segunda-feira, 30 de março de 2009
A diferença entre o tutear e você
Um Director Banccário, estava muito preocupado com um jovem e brilhante Gerente, que depois de ter trabalhado com ele durante muito tempo, ás vezes passavam dias inteiros a trabalhar, sem pararem nem para almoçar.
Dois anos depois começou a ausentar-se do Banco dia sim dia não ao meio-dia e só regressava às 14,00 horas. Então o Director do Banco chamou um detective e disse-lhe:
- Siga o meu Gerente Souza nos dias que ele se ausentar do Banco na hora do almoço.
O detective cumpriu a sua missão foi na peugada do dito Gerente. após ter verificado onde ele passava essas duas horas das 12,00 às 14,00.
Num daqueles dias resolveu esclarecer com toda a veracidade e com todos os pormenores o Director do Banco e disse-lhe:
- O seu Gerente Souza nos dias que sai ao meio-dia, pega no seu carro, vai a sua casa almoçar, faz amor com a sua mulher, fuma um dos seus excelentes cubanos e a sua mullher deu-lhe um cheque, depois e regressa ao trabalho. Responde o velho Director : - Ah, bom, antes assim. Não há nada de mal nisso, pensei andasse por maus caminhos. O detective disse-lhe:
- Senhor Director posso tratá-lo por tu pelo menos neste dialogo?
- Sim, claro' respondeu o Director surpreendido!
- Então vou repetir o que acabei de te dizer: o teu Gerente Souza sai normalmente ao meio-dia, pega no teu carro, vai a tua casa almoçar, faz amor com a tua mulher, fuma um dos teus excelentes cubanos , a tua mulher passa-lhe um cheque para a mão e regressa ao trabalho!..
Em conclusão lingua portuguesa presta-se para várias maldades, sem ser necessários recorrer vocábulos não dicionarizados.
sábado, 28 de março de 2009
Algumas prisões da PIDE
Dentro muito frias, húmidas e escuras
Com frestas pequenas grades seguras
Portas só para entrar, logo fechadas
Paredes largas, imundas e rabiscadas
Bacias e as sanitas feitas de cimento
De igual matéria a cadeira ou assento
Mesas de pedras rústicas e quebradas
Visitas familiares e amigos não viam
Os visitantes frequentes eram os ratos
Com quem os presos ali conviviam
Iam pelos buracos das paredes e do chão
Quando eram perseguidos pelos gatos
Ou iam ajudar-lhes comer a má ração
Os donos da politica
Hoje, se qualquer cidadão quiser concorrer às eleições para Assembleia da Republica, eles opõem-se redondamente! Não querem lá ninguém que não esteja filiado nos partidos, será que temem que os independentes poderiam ir descobrir algumas carecas?
Todos os partidos têm uma certa tendência para o populismo, o seu saber parlapatear e com algumas bonitas tretas, muitos deles fizeram a sua carreira política à custa da fraqueza do povo. Uma grande parte deles já nascera dentro dos partidos e não sabem fazer mais nada!
Porém, há outros que exercem profissões de relevo a par da política com duplo proveito. No seu local de trabalho, aproveitam-se desse capital de conhecimentos: dos seus a colegas, subordinados e circunstantes para captarem votos para os seus partidos.
Os políticos não são mais inteligentes que o cidadão comum, mas têm mais perspicácia e mais descaramento para afirmarem coisas que não conseguem cumprir.
Uma democracia frágil permite, que todos indivíduos que tenham a arte de convencer em todos os sentidos, que sejam sempre os mesmos os proprietários da política.
Esperamos que os políticos não dominem por completo o Poder Judicial, Quando isso acontecer a ética politica será talvez mais deficitária..
quinta-feira, 26 de março de 2009
A minha aldeia
Para mim é bonita como uma cidade.
Tenho por esta terra estima, vaidade,
Mais que a Almada, Alcobaça e Lisboa.
Mas poucos dos teus íncolas a apregoa
A tua pureza, teu sossego, tua qualidade
Serei só eu como um ermitão um frade
Divulgá-la para saberem que é boa
As saudades equivalem a prata e ao ouro
Apesar de sair de mala e carteira vazias
E ter lá trabalhado tanto como um mouro
Agora, gostava de viver lá em paz sossegado
Estar perto das cruzes com que me benzias
Esqueci todo o sacrifício do trabalho passado
Les mariages
Qui se marient toujours pour amour
Ils ont leurs sentiments bien purs
Il y a aussi des mariages de l’argent.
Les gens qui ont basses sources
Ce sont des mariages très pauvres
Ces qui travaillent aux œuvres
Ils n´ont que de poux et de puces
On voit le monde chien très futile
Chacun cherche le mieux pour soi
Si la vie des autres soit difficile.
Les riches restent toujours content
Quand leurs fils acquièrent bon toit
Ce qui désirent les fils et les parents
segunda-feira, 23 de março de 2009
Vinte paradoxos
1. Paradoxo dos Sentimentos “O coração tem razões ue a razão desconhece”.
2. Paradoxo da Cegueira: “O essencial é invisível aos olhos. Só se vê bem com o coração”.
3. Paradoxo da Improvisação:
“A melhor improvisação é aquela que melhor é preparada”.
4. Paradoxo da Cultura: “A televisão é uma fonte de cultura. Sempre que alguém a liga, vou para o quarto ler um livro”.
5. Paradoxo da Ajuda: “Se precisas que alguém te faça um trabalho, pede a quem já estiver ocupado; quem está sem fazer nada dir-te-á que não tem tempo”.
6. Paradoxo do Dinheiro:“Era um homem tão pobre,
tão pobre, tão pobre, que apenas tinha dinheiro”.
7. Paradoxo do Tempo: “Anda devagar que tenho pressa”.
8. Paradoxo da Tecnologia: “A tecnologia aproxima-nos de quem está longe e afasta-nos de quem está mais próximo”.
9. Paradoxo da Inteligência: “Não chega primeiro quem vaimais depressa mas quem sabe onde vai".
10. Paradoxo da Felicidade: “Quando, objectivamente , estamos melhor que nunca, subjectivamente sentimo-nos profundamente insatisfeitos".
11. Paradoxo da Sabedoria: "Quem sabe muito, escuta; quem sabe pouco, fala. Quem sabe muito, pergunta; quem sabe pouco, opina”.
12. Paradoxo generosidade:“Quanto mais damos, mais recebemos”.
13. Paradoxo do Conhecimento:
“O homem procura respostas e encontra perguntas”.
14. Paradoxo do Humor:
“O riso é uma coisa demasiado séria.
15. Paradoxo do Quotidiano: “O mais pequeno é o maior”
16. Paradoxo do Silêncio: “O silêncio é o grito mais forte".
17. Paradoxo dos peritos: “Não há nada pior que um perito perto, para impedir o progresso numa matéria”.
18. Paradoxo da Riqueza: “Não é mais rico aquele que mais tem mas aquele que menos necessita”.
19. Paradoxo do Amor: “Quem mais te ama, mais te fará sofrer”
20. Paradoxo do Prazer: “Sofremos demasiado por causa do pouco que nos falta, e alegramo-nos pouco com o muito que temos
segunda-feira, 16 de março de 2009
As Festas Religiosas Católicas
de Jesus Cristo, que significa a sua passagem da morte para a vida.
A Páscoa começou a ser festejada com o aparecimento da religião
Cristã nos primeiros tempos do Império Romano.
O dia desta festa pascal foi alterado no Concílio de Niceia cidade
Turca, que actualmente chama-se Iznik. No ano 325 o Papa
S. Silvestre I convocou o Concílio supracitado para alterar
a data do Domingo de Páscoa.
Assim, ficou decidido que o Domingo de Páscoa passava
a ser no primeiro Domingo a partir do equinócio da Primavera
de 21 de Março, e a seguir à Lua Cheia.
Quando o equinócio de 21 de Março coincide no mesmo dia
com a Lua Cheia e se no dia 22 de Março for Domingo é o dia
de Pascoa, que é nos anos que a Pascoa é mais cedo.
Quando a Lua Cheia é no dia 20 de Março um dia antes do
equinócio, é quando a Páscoa e mais tarde, pode calhar só
no dia 25 de Abril, porque a Lua Cheia só volta passados 29 dias.
Em conclusão a Páscoa pode oscilar entre 22 de Março e
o 25 de Abril, de ano para ano pode haver uma diferença de 36 dias.
Como a Páscoa oscila entre o 22 de Março e o 25 de Abril vai fazer
depender todas as festas religiosas subsequentes.
A septuagésima………......... 63 dias antes da Páscoa
a) A quinquagésima…......... 49 dias antes da Páscoa
A paixão……………. ............ 14 dias antes da Páscoa
Os Ramos…………… ............ 7 dias antes da Páscoa
O Quasímodo………….......... 7 dias depois da Páscoa
A Ascensão………….. .......... 40 dias depois da Páscoa
b) O Pentecostes………… ....10 dias depois da Ascensão
A S.S.Trindade………............ 7 dias depois do Pentecostes
O Corpo de Deus……............ é na quinta feira seguinte
a) È vulgarmente chamado o Domingo Gordo que é 50 dias Antes da
Páscoa.
b) Festa que se celebra 50 dias depois da Páscoa em memória da
descida do Espírito Santo sobre os apóstolos.