quinta-feira, 2 de julho de 2009

A plantação das amendoeiras no Algarve


Consta-se que no tempo de D. Afonso Henriques, um casal do Distrito de Bragança do concelho de Vila Flor, decidiu Ir viver para o Algarve. Por ter um clima mais quente e haver falta de mão-de-obra na sua terra. Nesse tempo esta província ainda estava na posse dos árabes.
Este dito casal tinha uma só filha de oito anos, loira e muito bonita. Que quando partira da sua da sua aldeia no Nordeste Transmontano, ficou com muita pena por ter deixado lá as suas amigas. Mas como os seus pais não tinham trabalho todos os dias para a sua subsistência preferiram emigrar para Algarve.
Logo que chegaram a esta localidade o marido e a mulher conseguiram arranjar trabalho na faina agrícola para os dois numa grande quinta que tinha pomares de todas as espécies de árvores de frutos e vinhas. Que pertencia a um senhor árabe muito rico, que era também proprietário de dois grandes e bonitos palácios num dos quais estava destinado ao seu harém.
Depois de cinco anos a trabalhar para o mesmo patrão, este casal sentia-se muito satisfeito por ter um salário razoável que dava para viver muito melhor do que se vivesse no Norte. Como trabalhavam menos que Norte e ganhavam mais, passaram a ter uma alimentação de melhor qualidade e quantidade.
A mulher do transmontano era muito bonita e loira, como passou a ter uma melhor alimentação e menos trabalho mais bonita se tornou, que o Patrão arabe muito aperciava. Os árabes gostaram sempre de mulheres loiras! Consta-se até que já tem havido raptos em Marrocos, Argélia, Tunísia, etc. De mulheres turistas loiras para depois as venderem aos donos dos haréns.
Perante a beleza desta camponesa loira transmontana. O magnata patrão convidou o marido para ser o guarda do seu harém, que lhe daria um gordo ordenado, mas tinha que se sujeitar às condições de castração para ser o eunuco do bordel do árabe.
O transmontano percebeu quais eram a intenções do árabe e recusou a oferta desse emprego especial onde pouco fazia e ganhava muito mais.
Como o seu empregado recusou tal emprego de guarda do harém devido à castração, o arabe arranjou um indígena daquela zona algarvia para esse lugar. No entanto, ia tentar outra estratégia, arranjou-lhe um trabalho mais protegido das intempéries do clima mas de mais risco de modo que a mulher ficasse viúva para a poder manejar à sua vontade.
O transmontano passou a ser o zelador dos toneis, quando o vinho velho era todo retirado ele tinha entrar lá dentro para os limpar para a nova colheita.
Num daqueles dias, o patrão de noite foi à sua grande adega e borrifou com muito álcool todo o interior tonel que ele ordenara que tinha ser limpo no dia seguinte.
Quando o seu trabalhador entra dentro do dito tonel, cinco minutos depois morre lá dentro intoxicado. A mulher que por caso passou junto a adeja por curiosidade, foi ver o que o marido estava a fazer naquele momento. Chamou por o marido, mas ele não respondeu, espreitou para dentro do tonel e viu-o deitado e não se mexia. De imediato entrou também lá dentro para saber o que se estava a passar com o seu marido. Ela tentou puxá-lo para fora do dito tonel, mas não conseguiu e caiu prostrada dentro e morreu intoxicada também.
O patrão ficou muito triste apenas por ter morrido também a mulher bonita do seu trabalhador. A filha já tinha 13 anos estava quase uma mulher, que era ainda mais bonita que a mãe. A rapariga ficou a cargo do magnata, já que não pode ter a mãe para seu belo prazer iria ter a filha mais tarde.
O Árabe rodeava a rapariga dos melhores mimos para esquecer a falta dos pais e as saudades que dizia sentir da sua terra. Mesmo quando os eram vivos ela sentia uma tristeza interior de estar tão longe da terra onde nasceu.
A rapariga não queria comer e passava os dias muito tristes, quando havia festas no palácio do magnata, ela retirava-se para os seus aposentos, preferia estar só. Tudo isto, perturbava o árabe. A continuar naquele estado de angústia e alimentar-se muito mal poderia morrer-lhe em casa, aquela rapariga tão bonita e loira que tencionava esposar para sua mulher número um.
A religião árabe permite aos homens casarem com quatro mulheres ao mesmo tempo, mas se tiverem muito dinheiro podem ter ainda mais um harém. Nos regimes árabes existe a poligamia, mas não toleram poliandria, as mulheres têm que ser monandras. Caso contrário, dão-lhes castigos físicos muito severos.
O árabe, cada vez se, preocupava mais com rapariga que queria acabar de criar e que vivesse com saúde e alegria. Para se fazer uma mulher toda sexe. Mandou vir ao seu palácio: espíritas cartomantes, videntes, astrólogos, bruxos, curandeiros, feiticeiros, adivinhos, magicos nigromantes, etc. A fim que eles pudessem arranjar alguns produtos esotéricos, chás, rezas ou feitiços para que ela comesse melhor e tivesse mais alegria. Mas toda essa gente não a conseguiram demover do seu estado de tristeza. As saudades da sua terra e falta de seus pais faziam com que ficasse sem acção.
Uma tarde, porém, vêm dizer ao árabe que está ali perto um velho que tinha acabado de chegar das bandas do Norte muito próxima da terra onde a rapariga tinha nascido. O árabe mandou de imediato chamar o velho para ver se ele conseguia alegrar a rapariga.
Logo que o dito velho chegou foi falar com a rapariga nos seus aposentos. Passado alguns minutos saiu dos aposentos da moça e disse para o árabe:
- O mal desta jovem é as saudades que da sua terra!
- Mas lá é melhor que aqui?
- Não será melhor mas é muito diferente!
- O que devo fazer para criar um ambiente semelhante ao da sua terra no Norte?
- Senhor! Basta que planteis por este Algarve fora centenas de amendoeiras. No dia em que florescerem todos os caminhos e montes parecerão cobertos de neve e ela curar-se-á imediatamente.
O árabe ficou incrédulo com o que disse o velho, mas, apesar de tudo, decidiu plantar milhares de amendoeiras por todo o Algarve. Quando milhões de pequenas flores cobriram enormes extensões mesmo nos jardins que circundavam o palácio. A moça quando viu aquele espectáculo das flores disse:
- Que alegria! É a neve! A neve da minha terra.
A partir daquela data começou a ter alegria e ter vontade de viver naquela terra. O árabe ganhou uma loira e bonita mulher. O Algarve também ganhou e ficou mais bonito com aquele plantio de amendoeiras.
Esta é a história das amendoeiras no Algarve. Que já há poucas e as que existem estão todas abandonadas! Esperamos que venha outro árabe magnata do petróleo à procura de uma princesa encantada, mas se a quiser levar tem que repor e cuidar das amendoeiras desta bonita região balnear.






Les navigateurs de l´Internet

Si nous regardons bien partout, nous y pouvons voir qu´aujourd´hui qu’au Portugal Il y a plus deux millions d´ internautes, l´internet à bien évolué depuis L´Arpanet des origines. Né en 1969 à l´instigation du Pentagone, ce réseau de communications était censé protéger d´une bombe soviétique les informations stratégiques de chercheurs.
L´apparition de l´internet au public, il a été un outil qui permit à tout le monde naviguer sur le Net. Quand on a déjà chez soi un ordinateur on peut faire la connexion à sa l´ aise. Il faut payer un abonnement auprès d´un fournisseur, en ce moment l´heure en ligne coûte moins que le prix d´une communication local.
Le WWW. (world wide web) est une sorte d´encyclopédie universelle on y peut trouver tout : textes sur tous les sujets, images, son informations, jeux, les personnalités plus importantes du monde etc. Nous y pouvons notre site un blogue, où nous pouvons écrire toutes les choses que nous voulons comme écrire un livre.
Mais c´est surtout son interactivité qui fait son originalité. Les internautes peuvent bavarder e communiquer par l´écrite entre eux sans problèmes. Ils peuvent échanger des informations de toutes sortes avec leurs interlocuteurs d´un à l´autre bout du monde. Toutes les communications doivent respecter le code d´honneur du Net. Il y a des internautes qui aiment faire le direct de vive voix sur chat line. Des autres préfèrent´efficacité du courrier ou e-mail permettant l´envois de messages en temps réel.
Je crois que par le moins cinq cents mille portugais utilisent désormais régulièrement L’internet et que consacrent presque la moitié de leur temps contre un tiers de l´année dernière. Tous les ans le pourcentage monte près dix pour cent. Je pense que nous en devons en ce moment avoir taux de connexion pareils que les américains et les japonais. Notre Premier Ministre José Sócrates a donné à tous les élèves un ordinateur bien portugais le » Magalhães » afin que toute la jeunesse soit entièrement intégrée sur les nouvelles technologies. Ce qu´l est appelé de Choc Technologique

terça-feira, 9 de junho de 2009

O ARCO-IRIS

O arco-íris é símbolo de mediação
Que parece ligar o céu e a terra
Será fonte, escada para a guerra
Servindo deuses e heróis na acção.


Igual à ponte Byfrost da Escandinávia
Ou à ponte flutuante do céu do Japão
É símbolo de escada em África no Irão
Para espíritos subirem ao Cesto de Gávea.


Noutras mitológica, escada de sete cores
Que o Buda do céu voltou a descer
É símbolo de arco de nobres senhores.


Para os fracos simboliza nefasto dia
E que alguém nesse dia vai perecer
Se traz a chuva simboliza harmonia.

Actividades agro-pecuárias

Há várias funções lidagadas á agricultura
Quem cria bichos da seda é bombicultor
Do grego, e do latim é um sericultor
Toda a produção de legumes é olericultura


Aquele que cuida das matas é silvicultor
Um helicicultor, é a pessoa cria caracóis
È ictiocultor arranja peixes sem anzóis
Quem cria cogumelos é micogenicultor


A criação de pássaros é ornicultura
O antocultor cria toda espécie de flores
Criação de sanguessugas é hirudinicultura


O cunicultor cria coelhos, o canicultor cães
O suinicultor cria porcos o dendrocultor árvores
O pinicultor de pinheiros cotonicultor algodões

terça-feira, 2 de junho de 2009

Um velho compadre alentejano

Esta história passou-se em Évora na Praça do Geraldes.
Um alentejano que tinha sido emigrante em França estava sentado sozinho na esplanada do café principal desta praça, numa mesa de seis lugares. àquela hora da tarde, todas as outras mesas estavam ocupadas. Um casal Francês e outro espanhol que eram amigos pediram-lhe autorização para se sentarem na mesa dele. O dito alentejano ex-emigrante aceitou-os de bom grado. Os três homens sentaram-se uns ao lado dos outros, passado pouco tempo começaram a conversar com se fossem conhecidos. Ao longo dessa conversa entre eles, o espanhol e o francês falaram das grandezas dos seus países só para impressionar o alentejano. O espanhol foi o primeiro e disse:
- Em Espanha temos um porta-aviões que transporta 500 aviões.
Depois disse o francês:
-Nós em França temos um hotel que acomoda 10 000 pessoas.
O compadre alentejano viu que estavam ali dois grandes mentirosos, calou-se e não disse nada durante alguns momentos. Entretanto o espanhol e o francês anteciparam-se e interrogaram-no: - O senhor não nos quer dizer de algo de muito importante que haja aqui em Portugal?
O o compadre alentejano disse-lhe:
- Como estive 45 anos como emigrante em França pouco conheço das principais obras do meu país, eu só lhes poderei dizer algo de mim e das minhas próprias capacidades.
- Então fale-nos de si.
- Já que tanto insistem, eu posso-lhe afirmar que tenho um penis onde cabem 100 passarinhos empoleirados!
O espanhol e o francês cochicharam um com o outro e disseram: a mentira dele ainda foi maior que a nossa, vamos reduzir até um décimo as quantidades que dissemos para vermos o que é que este velho alentejano vai reduzir ao seu penis.
Diz o espanhol:
-Eu exagerei ... O porta aviões só leva 50 aviões!
Diz o francês:
-Eu também exagerei, o hotel só dá para 100 Pessoas!
Diz o Alentejano: eu confesso que também exagerei um bocadinho... O último pássaro já fica com uma patitinha de fora.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O meio Ambiente

Após decénios que a raça humana se tem desinteressado por completo de zelar pelo meio em que habita, considerou sempre este como algo alheio a si e com uma excessiva e incorrecta confiança nas suas próprias capacidades e com recursos inesgotáveis.
Hodiernamente, constata-se que a natureza está cada vez mais enferma, dadas as súbitas altas e baixas temperaturas, ventos ciclónicos, furacões, etc.
Esta degradação crescente é causada pelos abusos industriais, produtos químicos, excesso de viaturas em todos os países, máquinas muito poluentes, procedimentos tecnológicos desajustados ao ambiente e muito mais se poderia dizer. Todos estes factores contribuíram grandemente para que chegássemos ao fim do século XX, com natureza fraca, que perderá parte da sua capacidade de regeneração.
Tem havido uma certa consciencialização crescente da população em geral no que concerne aos problemas da poluição, mas tem chocado com os grandes interesses económicos que não querem admitir estes factos reais. Os grandes industriais não vêem mais nada para além do lucro.
Os governos quase subjugados aos senhores do grande capital, não arranjam meios para evitar o excesso de poluição nem cumprem os seus compromissos em termos ambientais. Alem disso,
todos nós somos culpados deste abandono do ambiente, muitas vezes despreocupadamente deitamos produtos tóxicos para os rios, mar ou deixamos o lixo a céu aberto. Descuidamo-nos com as florestas que se vão destruindo pelo fogo, mas muito pior ainda, é o procedimento criminoso daqueles que lançam fogo a essas florestas e pinhais à drede ou de propósito com fins lucrativos.
São bem visíveis os passos negativos que a humanidade deu para degradar o ambiente até chegar esta inconfortável situação. Apesar disso, ninguém está disposto a prescindir dos meios que dão uma certa comodidade e de termos toda a tecnologia à nossa disposição, mesmo sabendo que estamos a morrer um pouco mais que o normal todos os dias por causa da poluição.
O futuro do planeta tende a ser cada vez pior, vamos ter que pagar um preço muito elevado pelo progresso tecnológico em todas as vertentes, por não recusarmos aquilo que hoje nos propícia bem-estar e conforto.
O ser humano foi o povoador deste planeta e transformou com as suas acção a fim de criar melhores condições de habitabilidade e mobilidade, mas agora, com as fortes agressões aos seus componentes pode destruí-lo ou atacá-lo muito. O que pode ser um ataque indirecto contra si mesmo.
Considerando a enfermidade do planeta, só se poderia retemperar com o regresso do homem à natureza conforme preconizava Jean Jacques Rousseau. Esse retorno rousseaniano seria o ideal usando os costumes do “bom selvagem”. Creio que este regresso terá lugar mais tarde, depois de toda a gente se aperceber que a sobrevivência da espécie humana corre sério perigo neste no planeta terra que poder-se-à extinguir!

La violence des enfants

On peut voir tout ça dans la rue ou aux écoles et partout. La violence semble toucher de plus en plus de jeunes. Plusieurs raisons pourront expliquer ces actes violents de la jeunesse :
On dit que souvent, les jeunes qui commettent des violences rencontrent des difficultés dans leurs familles. Leurs parents n´ont pas de temps pour s´occuper d´eux et pour leurs imposer leur autorité.
Les cités sont les endroits les plus touchés par les raisons suivantes : Dans une grande ville les jeunes ne font rien qu’étudier, ils dépensent leurs énergies en faisant du mal n´importe à qui, après de la sortie de L´école et Les parents ne peuvent pas les contrôler car ils sont au travail pendant la journée.
Les jeunes plus violents vivent en certains immeubles presque fermés comme les ghettos où ils se sentent coupés du reste de la ville. Ils se sentent aussi révoltés avec leurs faibles conditions sociales, donc, quand ils sortent de leur quartier et ils n´ont pas d´accès aux loisirs, comme le cinéma, football et bibliothèques et des autres divertissements. Alors, souvent par ennui ils commettent des actes de vandalisme.
Par autre côté, on peut voir partout des jeunes et adultes que se livrent à des trafics de drogue et d´armes, qui entraînent les plus jeunes ou pour la force ou par l´attrait de l´argent. Car ces trafics peuvent rapporter, en une journée plus que du salaire de leurs parents.
Le gouvernement devait mettre fin à ce fléau qui est à pervertir la jeunesse et les gens ne sentent aucune sécurité, on ressemble la guerre de guérillas personne ne sait où il est le danger ou péril. Les polices devaient habille en civil et autorité suffisant pour arrêter tous les malfaiteurs