Deficiente é aquele que não consegue modificar
sua vida, aceitando as imposições de outras
pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter
consciência de que é dono do seu destino.
Louco é quem não procura ser feliz com o que
possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer
de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos
para seus míseros problemas e pequenas dores.
“Surdo”é aquele que não tem tempo de ouvir um
desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.
Pois,está sempre apressado para o trabalho e
quer garantir seus tostões no fim do mês.
“Mudo”é aquele que não consegue falar o que sente
e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
Paralítico”é quem não consegue andar na direcção
daqueles que precisam de sua ajuda
"Diabético"é quem não consegue ser doce
“Anão”é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser,
miserável,pois "Miseráveis" são todos que não
conseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Distribuição de folhetos sacros ao domicílio
Todos os domingos de manhã, depois da Missa
na Igreja principal, de uma Vila do Nordeste
Transmontano, o velho Padre e seu sobrinho
mais novo de 11 anos de idade costumavam
entregar ao domicílio folhetos sacros. Numa
manhã, quando chegou a hora de o Padre e o
seu sobrinho saírem pelas ruas com os ditos
folhetos, chovia e fazia muito frio lá fora!
O rapaz agasalhou se e disse:
- Ok, tio, estou pronto.
E o Padre perguntou:
- Pronto para quê?
- Tio, está na hora de pegarmos nos folhetos
para irmos dsitribuí-los.
O Padre respondeu:
- Filho, está muito frio lá fora e também e
estava chover copiosamente.
O menino olhou surpreso e perguntou:
- Mas tio, muitas pessoas vão para certos
trabalhos mesmo em dias de chuva?
O Padre respondeu:
- Filho, eu não vou sair nesse frio.posso-me
constipar
Triste, o menino perguntou:
- Tio, eu posso ir sozinho?
O Padre hesitou por um momento e depois disse:
- Filho, podes ir, mas levas um guarda-chuva.
Aqui estão os folhetos. Tome cuidado não te
molhes,filho.
- Obrigado, tio!
Então ele saiu no meio daquela chuva intensa.
Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da
Vila de porta em porta entregando folhetos sacros
a toda a gente que viu na rua e estava em casa.
Depois de caminhar durante duas horas sob a chuva,
já estava todo molhado, mas faltava ainda entregar
o último folheto.
Ele parou na esquina esperando por alguém que
passasse para lhe entregar o último folheto, mas
as ruas estavam totalmente desertas devido à chuva.
Então ele foi em direção à primeira casa que viu e
caminhou pela calçada até a porta e tocou a
campainha.
Tocou, tocou a campainha, mas ninguém respondeu.
voltou a tocar de novo, mais uma vez, mas ninguém
abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de onze anos pensou
ir embora, mas algo divino o deteve. Mais uma vez,
ele insistiu bater na porta mesmo com o punho com
muita força.
Esperou, alguns minutos, alguma coisa o fazia
ficar ali nas escadas à espera de resposta. Desta
vez a porta abriu-se bem devagar. De pé na porta
estava uma senhora octagenária com um olhar muito
triste. Ela perguntou gentilmente:
- O que é que tu desesjas, meu filho?
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o
mundo dela, este pequeno menino disse:
- Senhora, perdoe-me se a estou perturbar, mas
eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO
e eu vim aqui para lhe entregar o meu último
folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande
AMOR.
Então ele entregou o seu último folheto e foi-se
embora.
Ela chamou-o e disse:
- Obrigada, meu filho. E que Deus te abençoe.
Bem, na manhã do domingo seguinte, na Igreja, o
Padre estava no altar, quando a Missa começou
ele perguntou:
- Alguém tem algo a dizer a dizer sobre os
folhetos?
Que o meu sobrinho Afonso andou a distribuir no
Domingo passado, apesar de ter chovido muito?
Lentamente, na última fila da Igreja, uma senhora
idosa se pôs de pé..Conforme ela começou a falar,
um olhar glorioso transparecia em seu rosto.
- Ninguém me conhece nesta Igreja. Eu nunca
estive aqui. Nunca vim à Missa, não era cristã.
Meu marido faleceu há já 10 anos deixou-me
totalmente sozinha neste mundo!
No domingo passado, sendo um dia particularmente
frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração
que iria pôr fim à minha vida, pois já não
tinhavontade de continuar a viver.
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi
as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei
a corda numa madeira no telhado, subi para a
cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta
do meu pescoço. De pé naquela cadeira, tão só e
de coração partido, eu estava a ponto de saltar,
quando,de repente, o toque da campainha me assustou.
Eu pensei: vou esperar um minuto e quem quer que
seja irá embora. Eu esperei e esperei, mas a
campainha era insistente; depois a pessoa que
estava tocando também começou a bater bem forte.
Eu pensei: quem neste mundo pode ser? Ninguém
toca a campainha da minha casa assim a visitar-me.
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em
direção à porta, enquanto a campainha e o bater da
porta soavam cada vez mais alto.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude
acreditar, pois na minha escada estava um menino
mais radiante e angelical que já vi em toda a minha
vida! O seu SORRISO, ah! Eu nunca poderia
descrevê-lo a vocês. As palavras que saíam da sua
boca fizeram com que o meu coração que estava
morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA
quando ele exclamou com voz de querubim:
senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A
AMA MUITO.
Então ele entregou-me este folheto que eu agora
tenho nas minhas mãos. Conforme aquele anjinho
desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta
e atenciosamente li cada palavra deste folheto.
Então eu subi para o sótão para retirar corda e a
cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês
vêem eu agora sou uma FILHA FELIZ DE DEUS.
Eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO
ao anjinho de Deus que no momento certo livrou
a minha alma de uma eternidade no inferno.
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos
na Igreja. O velho Padre desceu do altar e foi em
direção à primeira fila onde o seu anjinho estava
sentado. Ele tomou o seu sobrinho nos braços e
choroumuito.
Provavelmente, nenhuma Igreja teve um momento
tão glorioso como este.
Bem-aventurados são que vêem, ouvem e lêm
esta mensagem esta
mensagem.
na Igreja principal, de uma Vila do Nordeste
Transmontano, o velho Padre e seu sobrinho
mais novo de 11 anos de idade costumavam
entregar ao domicílio folhetos sacros. Numa
manhã, quando chegou a hora de o Padre e o
seu sobrinho saírem pelas ruas com os ditos
folhetos, chovia e fazia muito frio lá fora!
O rapaz agasalhou se e disse:
- Ok, tio, estou pronto.
E o Padre perguntou:
- Pronto para quê?
- Tio, está na hora de pegarmos nos folhetos
para irmos dsitribuí-los.
O Padre respondeu:
- Filho, está muito frio lá fora e também e
estava chover copiosamente.
O menino olhou surpreso e perguntou:
- Mas tio, muitas pessoas vão para certos
trabalhos mesmo em dias de chuva?
O Padre respondeu:
- Filho, eu não vou sair nesse frio.posso-me
constipar
Triste, o menino perguntou:
- Tio, eu posso ir sozinho?
O Padre hesitou por um momento e depois disse:
- Filho, podes ir, mas levas um guarda-chuva.
Aqui estão os folhetos. Tome cuidado não te
molhes,filho.
- Obrigado, tio!
Então ele saiu no meio daquela chuva intensa.
Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da
Vila de porta em porta entregando folhetos sacros
a toda a gente que viu na rua e estava em casa.
Depois de caminhar durante duas horas sob a chuva,
já estava todo molhado, mas faltava ainda entregar
o último folheto.
Ele parou na esquina esperando por alguém que
passasse para lhe entregar o último folheto, mas
as ruas estavam totalmente desertas devido à chuva.
Então ele foi em direção à primeira casa que viu e
caminhou pela calçada até a porta e tocou a
campainha.
Tocou, tocou a campainha, mas ninguém respondeu.
voltou a tocar de novo, mais uma vez, mas ninguém
abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de onze anos pensou
ir embora, mas algo divino o deteve. Mais uma vez,
ele insistiu bater na porta mesmo com o punho com
muita força.
Esperou, alguns minutos, alguma coisa o fazia
ficar ali nas escadas à espera de resposta. Desta
vez a porta abriu-se bem devagar. De pé na porta
estava uma senhora octagenária com um olhar muito
triste. Ela perguntou gentilmente:
- O que é que tu desesjas, meu filho?
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o
mundo dela, este pequeno menino disse:
- Senhora, perdoe-me se a estou perturbar, mas
eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO
e eu vim aqui para lhe entregar o meu último
folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande
AMOR.
Então ele entregou o seu último folheto e foi-se
embora.
Ela chamou-o e disse:
- Obrigada, meu filho. E que Deus te abençoe.
Bem, na manhã do domingo seguinte, na Igreja, o
Padre estava no altar, quando a Missa começou
ele perguntou:
- Alguém tem algo a dizer a dizer sobre os
folhetos?
Que o meu sobrinho Afonso andou a distribuir no
Domingo passado, apesar de ter chovido muito?
Lentamente, na última fila da Igreja, uma senhora
idosa se pôs de pé..Conforme ela começou a falar,
um olhar glorioso transparecia em seu rosto.
- Ninguém me conhece nesta Igreja. Eu nunca
estive aqui. Nunca vim à Missa, não era cristã.
Meu marido faleceu há já 10 anos deixou-me
totalmente sozinha neste mundo!
No domingo passado, sendo um dia particularmente
frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração
que iria pôr fim à minha vida, pois já não
tinhavontade de continuar a viver.
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi
as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei
a corda numa madeira no telhado, subi para a
cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta
do meu pescoço. De pé naquela cadeira, tão só e
de coração partido, eu estava a ponto de saltar,
quando,de repente, o toque da campainha me assustou.
Eu pensei: vou esperar um minuto e quem quer que
seja irá embora. Eu esperei e esperei, mas a
campainha era insistente; depois a pessoa que
estava tocando também começou a bater bem forte.
Eu pensei: quem neste mundo pode ser? Ninguém
toca a campainha da minha casa assim a visitar-me.
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em
direção à porta, enquanto a campainha e o bater da
porta soavam cada vez mais alto.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude
acreditar, pois na minha escada estava um menino
mais radiante e angelical que já vi em toda a minha
vida! O seu SORRISO, ah! Eu nunca poderia
descrevê-lo a vocês. As palavras que saíam da sua
boca fizeram com que o meu coração que estava
morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA
quando ele exclamou com voz de querubim:
senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A
AMA MUITO.
Então ele entregou-me este folheto que eu agora
tenho nas minhas mãos. Conforme aquele anjinho
desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta
e atenciosamente li cada palavra deste folheto.
Então eu subi para o sótão para retirar corda e a
cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês
vêem eu agora sou uma FILHA FELIZ DE DEUS.
Eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO
ao anjinho de Deus que no momento certo livrou
a minha alma de uma eternidade no inferno.
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos
na Igreja. O velho Padre desceu do altar e foi em
direção à primeira fila onde o seu anjinho estava
sentado. Ele tomou o seu sobrinho nos braços e
choroumuito.
Provavelmente, nenhuma Igreja teve um momento
tão glorioso como este.
Bem-aventurados são que vêem, ouvem e lêm
esta mensagem esta
mensagem.
Nomes que são atribuídos ao dinheiro em Portugal
Algum, arame, bagaço, bagalhoça, bagarote, bago,
baguines, bagulho, bala, barro, bazaruco, bilhestre,
bilhestro, bolsa, bomba, boró, borós, broça, brocha,
cabedal, cacau, calique, cantante, capim, capital,
caraminguá, carcanhóís, caroço, cascalho, cédula,
changa, chapa, chavo, chelpa, cheta, china, chinfre,
cobre, cobres, cominho, conques, el contado,
coscorrinho, cascos, cunfres, cunques, cuprém, erva,
estilha, falépia, felpa, ferro, fundos, gadé, gaita,
gás, gimbo, grana, guines, guino, guita, jabaculê,
jibungo, jimbo, jimbongo, jimbra, joão-da-cruz, lã,
leca, legume, lençol, luz, maco, maquia, marcaureles,
marco, massa, metal, milho, moeda, mosca, mufunfa,
música, narta, níquel, nota, numerário, numo, óleo,
ouro, pacotes, pápula, parnau, parné, pameque, parni,
parrolo, pasta, pataca, patacão, pataco, patacos,
pecúnia, pecuniária, pelga, penique, pila, pilcha,
pilim,pilimpilim, prata, quido, roço, sapécoas, tacho,
taco, teca, tostão, tubos, tuncum, tusta, tusto, tutu,
unto, vento, verba, vintém, zergulho, zinco.
baguines, bagulho, bala, barro, bazaruco, bilhestre,
bilhestro, bolsa, bomba, boró, borós, broça, brocha,
cabedal, cacau, calique, cantante, capim, capital,
caraminguá, carcanhóís, caroço, cascalho, cédula,
changa, chapa, chavo, chelpa, cheta, china, chinfre,
cobre, cobres, cominho, conques, el contado,
coscorrinho, cascos, cunfres, cunques, cuprém, erva,
estilha, falépia, felpa, ferro, fundos, gadé, gaita,
gás, gimbo, grana, guines, guino, guita, jabaculê,
jibungo, jimbo, jimbongo, jimbra, joão-da-cruz, lã,
leca, legume, lençol, luz, maco, maquia, marcaureles,
marco, massa, metal, milho, moeda, mosca, mufunfa,
música, narta, níquel, nota, numerário, numo, óleo,
ouro, pacotes, pápula, parnau, parné, pameque, parni,
parrolo, pasta, pataca, patacão, pataco, patacos,
pecúnia, pecuniária, pelga, penique, pila, pilcha,
pilim,pilimpilim, prata, quido, roço, sapécoas, tacho,
taco, teca, tostão, tubos, tuncum, tusta, tusto, tutu,
unto, vento, verba, vintém, zergulho, zinco.
A universidade da vida
Quão maravilhosa é essa grande escola da vida!
Sem as quatro paredes, somos alunos e mestres.
Aprendemos na infância que viver é descobrir,
e aprendemos na velhice, que ainda temos muito
para aprender.
Aprendemos na adolescência dolorosamente com os
muros do não, que toda liberdade tem seu preço.
Aprendemos com a morte que a vida é valiosa e
com as flores que a vida aqui não é eterna.
Aprendemos quando negamos e quando nos negam.
Quando estamos felizes ou quando o mundo desaba
sobre nossa cabeça.
Aprendemos que somos fortes e que ser humilde
não é aceitar a dor de cabeça baixa como uma
fatalidade do destino, mas tirar dela todas as
lições para um recomeço ainda melhor.
As alegrias nos ensinam que a vida vale a pena e
as tristezas, que os momentos felizes são
preciosas quanto a água em momento de sede.
A guerra nos ensinam o valor da paz, a fome o
valor do pouco, as catástrofes o da solidariedade,
as diferenças o da compreensão e da tolerância.
Foi através do Calvário que Deus nos ensinou o
amor e o valor do perdão.
Foi com suor e sangue que nos mostrou que não há
um fim se o homem ainda crê que existe uma saída
e que a vida, por mais , por mais dolorosa que
seja, é apenas uma ponte para a eternidade.
QUEM CRÊ NISSO VIVE E VIVERÁ.
Sem as quatro paredes, somos alunos e mestres.
Aprendemos na infância que viver é descobrir,
e aprendemos na velhice, que ainda temos muito
para aprender.
Aprendemos na adolescência dolorosamente com os
muros do não, que toda liberdade tem seu preço.
Aprendemos com a morte que a vida é valiosa e
com as flores que a vida aqui não é eterna.
Aprendemos quando negamos e quando nos negam.
Quando estamos felizes ou quando o mundo desaba
sobre nossa cabeça.
Aprendemos que somos fortes e que ser humilde
não é aceitar a dor de cabeça baixa como uma
fatalidade do destino, mas tirar dela todas as
lições para um recomeço ainda melhor.
As alegrias nos ensinam que a vida vale a pena e
as tristezas, que os momentos felizes são
preciosas quanto a água em momento de sede.
A guerra nos ensinam o valor da paz, a fome o
valor do pouco, as catástrofes o da solidariedade,
as diferenças o da compreensão e da tolerância.
Foi através do Calvário que Deus nos ensinou o
amor e o valor do perdão.
Foi com suor e sangue que nos mostrou que não há
um fim se o homem ainda crê que existe uma saída
e que a vida, por mais , por mais dolorosa que
seja, é apenas uma ponte para a eternidade.
QUEM CRÊ NISSO VIVE E VIVERÁ.
Um potomaníaco pede ajuda
Um potomaníaco pede ajuda
Altas horas da madrugada, um casal acorda
ao som insistente da Campainha da porta.
O dono da casa levanta-se e, pela janela,
pergunta:
- O que é que você quer?
- Olá. Eu sei que é tarde. Mas preciso que
alguém me empurre. A sua casa é a única
nesta região.
Só você me pode empurrar!
Louco de todo, o recém-acordado replica:
- Eu não o conheço. São 4 horas da madrugada
e pede-me para o ajudar?
Ah! Vá passear!
Você está bêbado.
E volta para a cama. A mulher, que também
acordara, não gostou da atitude do marido:
- Exageraste! Já um dia ficaste sem bateria
no carro e pediste para que te empurrassem .
Bem podias ter ajudado o indivíduo.
- Empurrá-lo? Ele está é bêbado - desculpa-se
o marido.
- Mais um motivo para o ajudares insistiu a
mulher.
- Ele não vai conseguir andar sozinho. Logo
tu,que sempre és tão prestável...Vai ajudar
o homem.
Mordido pelos remorsos, o marido veste-se e
vai para a rua:
- Hei, eu vou te ajudar! Onde é que está?
O bêbado estava no baloiço e quis que o
senhor lhe empurrasse o baloiço.!
Altas horas da madrugada, um casal acorda
ao som insistente da Campainha da porta.
O dono da casa levanta-se e, pela janela,
pergunta:
- O que é que você quer?
- Olá. Eu sei que é tarde. Mas preciso que
alguém me empurre. A sua casa é a única
nesta região.
Só você me pode empurrar!
Louco de todo, o recém-acordado replica:
- Eu não o conheço. São 4 horas da madrugada
e pede-me para o ajudar?
Ah! Vá passear!
Você está bêbado.
E volta para a cama. A mulher, que também
acordara, não gostou da atitude do marido:
- Exageraste! Já um dia ficaste sem bateria
no carro e pediste para que te empurrassem .
Bem podias ter ajudado o indivíduo.
- Empurrá-lo? Ele está é bêbado - desculpa-se
o marido.
- Mais um motivo para o ajudares insistiu a
mulher.
- Ele não vai conseguir andar sozinho. Logo
tu,que sempre és tão prestável...Vai ajudar
o homem.
Mordido pelos remorsos, o marido veste-se e
vai para a rua:
- Hei, eu vou te ajudar! Onde é que está?
O bêbado estava no baloiço e quis que o
senhor lhe empurrasse o baloiço.!
sábado, 14 de setembro de 2013
Nova modalidade de assalto nas estradas
Nova modalidade de assalto nas estradas
Há dias, por volta das 02,00 horas da manhã,
Um casal, que são meus primos e que residem
no Porto.
Quando circulavam de carro no VCI Próximo
das Antas (Porto) no sentido de sul para
norte,de repente se aperceberam que estava
no meio da estrada o corpo de uma pessoa, o
qual se encontrava com calças de ganga e
blusão azul escuro e também com um gorro na
cabeça, esse casal só se apercebeu, quando
chegou com o carro muito próximo e teve de
fazer uma manobra brusca para não passar por
cima, ia +/- a 100km hora, mas não parou,
pois não havia mais nenhum carro a circular.
Uns metros mais à frente encontrava-se um
Ford Fiesta do ano 2005, que ele não teve
tempo de tirar totalmente a matricula.
Esse meu parente pertence às autoridades
deste País, e sabe que o que aconteceu ali
era a preparação para um assalto.
Passado o perigo deu a volta pela rotunda do
freixo e demorou no máximo 10 minutos,
após ter contactado os colegas da PSP do Porto,
a relatar o que aconteceu, e verificou que no
local.
já não se encontrava nem o corpo QUE ERA UM
BONECO INSUFLÁVEL, NEM O CARRO.
Este é um tipo de assalto que começa a ser
comum no nosso País, portanto muita atenção!
Há dias, por volta das 02,00 horas da manhã,
Um casal, que são meus primos e que residem
no Porto.
Quando circulavam de carro no VCI Próximo
das Antas (Porto) no sentido de sul para
norte,de repente se aperceberam que estava
no meio da estrada o corpo de uma pessoa, o
qual se encontrava com calças de ganga e
blusão azul escuro e também com um gorro na
cabeça, esse casal só se apercebeu, quando
chegou com o carro muito próximo e teve de
fazer uma manobra brusca para não passar por
cima, ia +/- a 100km hora, mas não parou,
pois não havia mais nenhum carro a circular.
Uns metros mais à frente encontrava-se um
Ford Fiesta do ano 2005, que ele não teve
tempo de tirar totalmente a matricula.
Esse meu parente pertence às autoridades
deste País, e sabe que o que aconteceu ali
era a preparação para um assalto.
Passado o perigo deu a volta pela rotunda do
freixo e demorou no máximo 10 minutos,
após ter contactado os colegas da PSP do Porto,
a relatar o que aconteceu, e verificou que no
local.
já não se encontrava nem o corpo QUE ERA UM
BONECO INSUFLÁVEL, NEM O CARRO.
Este é um tipo de assalto que começa a ser
comum no nosso País, portanto muita atenção!
Les faux soleis ou parhélies
Comme les colonnes de lumière, les parhélies
résultent du passage de la lumière à travers des
cristaux.
La forme et l'orientation particulières des
cristaux peuvent avoir un impact visuel dramatique
sur le spectateur, car ils produisent une plus
longue trainée dont la gamme de couleurs change.
La hauteur du soleil dans le ciel modifie la
distanc relative des faux-soleils de chaque côté.
Les conditions climatiques variables sur d'autres
planètes de notre système solaire produisent des
halos lumineux créant jusqu'à quatre faux-soleils
selon la perspective de ces planètes.
On a étudié les parhélies depuis l’antiquité, et
certains écrits décrivant les divers attributs de
notre soleil remontent aux Égyptiens et aux Grecs.
Les vents d´incendies
Les vents d’incendies (aussi appelés démons ou
tornades de feu) sont des courants d'air
ascensionnels à grande vitesse, et par conséquent,
à grande puissance, qui accompagnent parfois les
feux de grande violence et dont les manifestations
mécaniques s'exercent sur la végétation ou les
constructions avoisinantes.
Les tourbillons de feu peuvent être engendrés par
d'autres incidents naturels comme les tremblements
de terre et les orages, et peuvent être
incroyablement dangereux; dans certains cas ils
tourbillonnent bien au-delà de la zone de feu
elle-même et peuvent causer la dévastation et
la mort dans un rayon que la chaleur ou la flamme
n’atteint même pas.
Les vents d’incendies peuvent atteindre presque un
mille de hauteur, des vitesses de plus de 100 miles
à l’heure et durer 20 minutes et plus.
Les lunes orange
La plupart des gens ont déjà vu ce phénomène
une superbe lune orange suspendue très bas
dans le ciel.
Mais quelle est la cause de ce phénomène – et en
passant, la lune a-t-elle une couleur?
Quand la lune semble très basse à l'horizon, les
rayons de lumière qui s’y réfléchissent doivent
traverser beaucoup plus d’obstacles de notre
champ atmosphérique, éliminant graduellement
tout, sauf les jaunes, les orangers et les
rouges.
L’image du bas révèle les vraies tonalités de la
lune,mais avec des couleurs plus intenses qui
illustrent la topographie et la minéralogie
mixtes de sa surface.
En observant les couleurs combinées aux cratères,
on peut commencer à retracer l'histoire des
impacts et des mouvements matériels qui ont
marqué le visage de notre mystérieuse lune.
résultent du passage de la lumière à travers des
cristaux.
La forme et l'orientation particulières des
cristaux peuvent avoir un impact visuel dramatique
sur le spectateur, car ils produisent une plus
longue trainée dont la gamme de couleurs change.
La hauteur du soleil dans le ciel modifie la
distanc relative des faux-soleils de chaque côté.
Les conditions climatiques variables sur d'autres
planètes de notre système solaire produisent des
halos lumineux créant jusqu'à quatre faux-soleils
selon la perspective de ces planètes.
On a étudié les parhélies depuis l’antiquité, et
certains écrits décrivant les divers attributs de
notre soleil remontent aux Égyptiens et aux Grecs.
Les vents d´incendies
Les vents d’incendies (aussi appelés démons ou
tornades de feu) sont des courants d'air
ascensionnels à grande vitesse, et par conséquent,
à grande puissance, qui accompagnent parfois les
feux de grande violence et dont les manifestations
mécaniques s'exercent sur la végétation ou les
constructions avoisinantes.
Les tourbillons de feu peuvent être engendrés par
d'autres incidents naturels comme les tremblements
de terre et les orages, et peuvent être
incroyablement dangereux; dans certains cas ils
tourbillonnent bien au-delà de la zone de feu
elle-même et peuvent causer la dévastation et
la mort dans un rayon que la chaleur ou la flamme
n’atteint même pas.
Les vents d’incendies peuvent atteindre presque un
mille de hauteur, des vitesses de plus de 100 miles
à l’heure et durer 20 minutes et plus.
Les lunes orange
La plupart des gens ont déjà vu ce phénomène
une superbe lune orange suspendue très bas
dans le ciel.
Mais quelle est la cause de ce phénomène – et en
passant, la lune a-t-elle une couleur?
Quand la lune semble très basse à l'horizon, les
rayons de lumière qui s’y réfléchissent doivent
traverser beaucoup plus d’obstacles de notre
champ atmosphérique, éliminant graduellement
tout, sauf les jaunes, les orangers et les
rouges.
L’image du bas révèle les vraies tonalités de la
lune,mais avec des couleurs plus intenses qui
illustrent la topographie et la minéralogie
mixtes de sa surface.
En observant les couleurs combinées aux cratères,
on peut commencer à retracer l'histoire des
impacts et des mouvements matériels qui ont
marqué le visage de notre mystérieuse lune.
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