passos para recuperar os documentos extraviados
1. Participe o desaparecimento Participe, numa esquadra
GNR ou da PSP, o desaparecimento da carteira e do seu
B.I., sejam documentos de identificação ou dinheiro.
para o banco ou para a SIBS (808 201 251 ou 217 918 780)
e peça o cancelamento dos cartões de débito e crédito.
Ao realizar a chamada, tenha presente o número do
extraviado, o NIB ou o número da conta à ordem
ao cartão.
2. Pesquise online Nos dias seguintes, aceda ao
do sistema integrado de informação sobre perdidos e
da polícia em https://perdidoseachados.mai.gov.pt e faça
uma busca para verificar se o bem perdido entrou no sistema.
3 Cancele os documentos perdidos Se ao fim de uma semana,
não conseguir reaver os documentos, cancele-os, por exemplo,
numa loja do cidadão. No caso do cartão de cidadão, tem um
prazo máximo de 10 dias para o fazer; caso contrário, sujeita-se
a uma coima de 100 a 500 euros. Se perdeu, por exemplo, o livrete
ou licença de porte de arma ou o cartão de profissional de vigilância
privada, comunique o desaparecimento à autoridade emissora ou
reguladora.
4. Aceda ao portal do cliente bancário Utilize ainda o serviço online
disponibilizado pelo Banco de Portugal para comunicar a perda dos
seus documentos de identificação, como o cartão de cidadão, de
contribuinte, o passaporte ou título de residência e os cartões
bancários. Para isso, aceda ao Portal do Cliente Bancário (http://
clientebancario.bportugal.pt), selecione a opção "serviços ao
público" e, dentro desta, "documentos de identificação pessoal
e siga as instruções.Q1
5. Substitua os documentos Substitua os documentos
perdidos. Tem um prazo de seis meses para o fazer.
6. Dirija-se ao balcão "Perdi a Carteira" Se reside na área da
grande Lisboa, dirija-se ao Balcão "Perdi a Carteira", nas Lojas
do Cidadão de Odivelas e das Laranjeiras. Funciona por
agendamento prévio (portaldocidadao@ama.pt ou pelo 707 241 107
e permite ou substituir, num único local, o cartão de cidadão,
a carta de condução, o documento único automóvel, o cartão de
pensionista, o cartão do Automóvel Club de Portugal e o cartão de
beneficiário da ADSE.
domingo, 14 de junho de 2020
Conversa entre diplomatas
Um jovem
diplomata português, em diálogo
franco com um colega
mais velho e mais
experiente:
-
Francamente, senhor embaixador, devo
confessar que não percebo o
que correu
mal
na nossa história...
Como é possível que
nós, um povo que
descende das gerações de portugueses que:
- criaram o
Brasil,
-
"deram novos mundos ao mundo",
- viajaram
pela África e pela Índia,
- foram até
ao Japão, à Malásia e a lugares
bem mais longínquos,
- deixaram
uma língua e traços de cultura
que ainda hoje sobrevivem
e são
lembrados com admiração, como é
possível que hoje sejamos o mais pobre
país
Europa ocidental...?
O embaixador
mais velho sorriu e disse:
- Meu caro,
você está muito enganado. Nós
não descendemos dessa gente
aventureira,
que teve a audácia e a coragem de partir pelo
mundo,
nas caravelas, que fez uma obra
notável, de rasgo e ambição.
- Não
descendemos?!? -reagiu, perplexo,
o jovem diplomata - Então de quem
descendemos nós..,?!
o lúcido
embaixador:
- Nós
descendemos dos que cá ficaram!..
Os nossos antepassados corajosos, morreram
nessas viagens Os que regressaram vieram já
velhos não tinham forças para empreendimentos.
Portanto nós descendemos daqueles que
repudiaram essas viagens como célebre "Velho
do do Restelo"!..
Um bêbado e um Padre
Num autocarro, um padre sentou-se ao lado de
bêbado que, com dificuldade, lia o
jornal.
De repente, com a voz «empastada ele
perguntou ao padre:
- O senhor sabe o que é artrite?
O pároco logo pensou em aproveitar a ocasião
para passar um correctivo no bêbado e
respondeu:
- É uma doença provocada pela vida pecaminosa
de frequentarem lupanars, boréis, casa de alcouce,
prostíbulos onde se encontram de mulheres perdidas,
promiscuidade, sexo, etc.
Uma conduta sem regras: excesso de consumo de
álcool, farras e outras coisas que
nem ouso dizer.
O ébrio arregalou os olhos, calou-se e
continuou lendo o jornal.
Pouco depois o presbítero achando que tinha sido
muito duro com o bêbado,
tentou amenizar:
- Há quanto tempo o senhor está com artrite?
- Eu? Eu não tenho
artrite!... Diz aqui no jornal
Que quem tem é um sacerdote da minha região!...
segunda-feira, 11 de maio de 2020
Coincidências na procriação
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Soneto sobre Rafael
Até aos 21 anos teve de viver
na aldeia
Tempo de mais numa faina tão dura
Após 4ª classe trabalhou na agricultura
Sem ver o futuro que um jovem anseia.
Tempo de mais numa faina tão dura
Após 4ª classe trabalhou na agricultura
Sem ver o futuro que um jovem anseia.
Quando foi
cumprir o serviço militar
Teve a sorte de ter ido para a Marinha
Era muito melhor que a vida que tinha
Para aquela árdua tarefa não quis voltar.
Optou por fazer desta vida profissão
Por ter nenhuma outra alternativa
A arte bélica, não era a sua vocação
Não viu outro emprego mais adequado
Teve de continuar na castrense vida.
Aos 54 anos quis logo ser reformado.
Teve a sorte de ter ido para a Marinha
Era muito melhor que a vida que tinha
Para aquela árdua tarefa não quis voltar.
Optou por fazer desta vida profissão
Por ter nenhuma outra alternativa
A arte bélica, não era a sua vocação
Não viu outro emprego mais adequado
Teve de continuar na castrense vida.
Aos 54 anos quis logo ser reformado.
Um alentejano em contra-mão
- Um alentejano ia conduzir em sentido
contrário quando ouve esta mensagem
através do rádio que dizia:
"Atenção! Um louco desvairado vai
em sentido
contrário na A2
(Auto-Estrada) de Beja para Lisboa"
E diz o próprio alentejano para consigo
próprio:
-Porra! Não é um, são uma porrada
deles!
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