quarta-feira, 20 de setembro de 2023

 

𝐎𝐒 gerontos 𝐒𝐄𝐌 𝐉𝐔𝐈𝐙𝐎

 

 Agora, q𝐮𝐞𝐫𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐭𝐞𝐧𝐡𝐚 𝐣𝐮𝐢́𝐳𝐨?

𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐢𝐬𝐬𝐨 𝐞́ 𝐩𝐨𝐬𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐥? Pois, d𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐩𝐞𝐪𝐮𝐞𝐧𝐨𝐬

 𝐯𝐢𝐦𝐨𝐬:

 𝐨 𝐓𝐚𝐫𝐳𝐚𝐧 𝐚𝐧𝐝𝐚𝐧𝐝𝐨 gimno (𝐧𝐮) fazia

nudismo nas montanhas, talvez fosse  para

 fazer uma completa oroterapia.

𝐀 𝐂𝐢𝐧𝐝𝐞𝐫𝐞𝐥𝐚 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐚𝐯𝐚 sempre de 𝐦𝐞𝐢𝐚 𝐧𝐨𝐢𝐭𝐞,

era muito notívaga, o que andaria a

fazer, para chegar a casa tão tarde!Talvez

fosse uma andrófila ou ninfomaníaca!

𝐎 𝐏𝐢𝐧ó𝐪𝐮𝐢o 𝐦𝐞𝐧𝐭𝐢𝐚 𝐩a𝐫𝐚 𝐜𝐚𝐫𝐚𝐦𝐛𝐚, Não se

 sabia quando falava verdade ou mentira.

Era semelhante aos políticos que

 hodiernamente, prometem nos órgãos de

 informação.

𝐎 𝐀𝐥𝐚𝐝𝐢𝐦 𝐞𝐫𝐚 cleptomaníaco. Sempre que

podia apoderava-se das coisas dos outros.

𝐎 𝐁𝐚𝐭𝐦𝐚𝐧 conduzia 𝐚 320𝐤𝐦/𝐡. Era um 

destravado nas estradas.

Branca de Neve A 𝐦𝐨𝐫𝐚𝐯𝐚 𝐜𝐨𝐦 7 𝐡𝐨𝐦𝐞𝐧𝐬

 Era uma autêntica poliandra.

𝐏𝐨𝐩𝐞𝐲𝐞 𝐟𝐮𝐦𝐚𝐯𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐞𝐫𝐯𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 

𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐧𝐡𝐚 era talvez um drogado!

𝐎 𝐂𝐚𝐬𝐜𝐚̃𝐨 𝐧𝐚̃𝐨 𝐭𝐨𝐦𝐚𝐯𝐚 𝐛𝐚𝐧𝐡𝐨 era hidrófobo.

𝐂𝐞𝐛𝐨𝐥𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐯𝐚 𝐭𝐮𝐝𝐨 𝐞𝐫𝐫𝐚𝐝𝐨.

𝐀 𝐌𝐨𝐧𝐢𝐜𝐚 𝐛𝐚tia 𝐧𝐨𝐬 𝐦𝐞𝐧𝐢𝐧𝐨𝐬, era insolente.

𝐀 𝐌𝐚𝐠𝐚𝐥𝐢 𝐞𝐫𝐚 𝐠𝐮𝐥𝐨𝐬𝐚. Quando podia comia 

as coisas doces dos outros.

𝐎 𝐌𝐢𝐜𝐤𝐞𝐲 𝐧𝐮𝐧𝐜𝐚 𝐜𝐚𝐬𝐨𝐮 𝐜𝐨𝐦 𝐚 𝐌𝐢𝐧𝐢𝐞.

𝐎 𝐏𝐚𝐭𝐨 𝐃𝐨𝐧𝐚𝐥𝐝 𝐭𝐚𝐦𝐛𝐞́𝐦 𝐧𝐚̃𝐨 𝐜𝐚𝐬𝐨𝐮 𝐜𝐨𝐦 𝐚 

𝐌𝐚𝐫𝐠𝐚𝐫𝐢𝐝𝐚𝐧𝐚̃𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐚𝐯𝐚  era ergófobo

𝐞 𝐨𝐬 𝐭𝐫𝐞̂𝐬 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐟𝐚𝐥𝐭𝐚𝐯𝐚𝐦 𝐚̀𝐬 

𝐚𝐮𝐥𝐚𝐬, eram ludomaníacos da bola.

𝐓𝐢𝐨 𝐏𝐚𝐭𝐢𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐞𝐫𝐚 um arto 𝐝𝐮𝐫𝐨 e insolente.

𝐎 𝐆𝐚𝐬𝐭𝐚̃𝐨 𝐯𝐢𝐯𝐢𝐚 𝐝𝐚 𝐬𝐨𝐫𝐭𝐞 era vaidoso, vadio e

 vagabundo.

𝐃𝐢𝐜𝐤𝐯𝐢𝐠𝐚𝐫𝐢𝐬𝐭𝐚𝐯𝐢𝐯𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐟𝐚𝐥𝐜𝐚𝐭𝐫𝐮𝐚𝐬 era

um tipo cleptocrata.

𝐄𝐬𝐬𝐞𝐬 𝐟𝐨𝐫𝐚𝐦 𝐨𝐬 𝐞𝐱𝐞𝐦𝐩𝐥𝐨𝐬 mais conhecidos

𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐩𝐞𝐪𝐮𝐞𝐧𝐨𝐬...

𝐄 𝐝𝐞𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐞𝐧𝐡𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐣𝐮𝐢́𝐳𝐨?...

segunda-feira, 21 de agosto de 2023

 Uma surpresa no Jantar!

 

Uma garota, de um jovem casal de namorados

decidiu apresentar o namorado à família durante

 um jantar numa sexta-feira à noite.

Como seria um grande evento, ela disse ao

namorado:

- Depois do jantar teremos nossa primeira noite

 Juntos, vem preparado para não haver problemas.

Ela confessou-lhe:

Meu pai e minha mãe não saberão de nada!

O jovem ficou radiante mas ao mesmo tempo

muito preocupado, pois, como seria sua primeira

 vez!

Ele não sabia como agir e nem o que levar.

Então decidiu ir a uma farmácia perto da casa da

namorada e contou o facto ao farmacêutico.

Este por sua vez foi muito solícito e explicou tudo,

desde como agir até usar os preservativos.

No fim, ele perguntou ao jovem:

- Qual a medida em centímetros dos preservativos

que prefere: 14, 17, 20, 25 ou 30 que é o extra?

O jovem escolheu os preservativos extra.

O farmacêutico ficou admirado e pensou para

consigo próprio!...

 Este rapaz deve ter um órgão fálico bastante

abonado! 

Como se diz no aforismo popular, aquele

Individuo tem três pernas!...Qual será a

rapariga que irá aguentar tão comprido falo!

O rapaz, muito empolgado, escolheu a medida

extra, esta opção seria a melhor, pois ele

e a namorada passariam aquela noite bem

animada na mesma clino (cama). Se ele tinha um

órgão penetrador de acordo com a medida que

escolheu haveria festa toda a noite!...

À noite quando os pais e filha já estavam a jantar!

Mais tarde, eis que chega o rapaz. Ele toca a

campainha, ela atende e diz:

- Estou tão feliz, quero que tu jantas connosco

esta noite.

- Entra! Ela leva-o até a sala de jantar, onde os

pais já estavam sentados. Então, o jovem senta-se

 e propõe a todos fazer uma oração antes do jantar.

Passa 3 minuto, e ele ainda de cabeça baixa.

Passam 10 minutos, e ele continua sem se mexer.

Passam então 15 minutos, e o rapaz ainda com as

 mãos em prece e a cabeça baixa. Até que a

 namorada, de surpresa, sussurra no ouvido dele:

-Não sabia que tu eras tão religioso querido! E eis

que ele responde:

 -E eu também não sabia que teu pai é farmacêutico,

 e foi a ele, a quem eu comprei os preservativos!...

 

Este é o livro mais antigo da Língua .Sacramental Portuguesa 

e tem 530 anos

É o livro impresso mais antigo escrito em

português foi produzido em Chaves, no

Norte de Portugal.

Uma verdadeira joia da Língua Portuguesa

 Ao contrário do que muitos possam pensar, o primeiro

livro impresso em Portugal na língua portuguesa não foi

 produzido em grandes cidades como Lisboa, Porto, Braga

ou Coimbra. O livro impresso mais antigo em português foi

produzido em Chaves, uma pequena cidade no norte de

Portugal. Para quem desconhece a história desta pequena

 cidade, será difícil perceber as razões pelas quais terá sido

 aqui que o primeiro livro português foi impresso em Chaves.

 Chaves possuía, também, uma escola de cirurgia (uma das 

primeiras de Portugal), o que atesta a dimensão e a 

importância desta pequena cidade transmontana.

A impressora inventada por Gutenberg (veja no capítulo

anterior) trouxe o surgimento da técnica conhecida como

“tipografia”. O primeiro livro impresso tipograficamente foi

a Bíblia, em latim. A confiabilidade no texto e a capacidade

 do livro atender à demanda de um público cada vez maior

 tornou-se dependente da tipografia. Em Portugal, a novidade

 chegou no início do reinado de D. João II, que governo o

 país de 1481 até sua morte em 1495. O primeiro livro

impresso em Portugal foi o Pentateuco (os cinco primeiros

 livros do Velho Testamento, da Bíblia), na cidade de Faro,

mas com caracteres hebraicos. Não se sabe com exatidão

 qual foi o primeiro livro realmente publicado em língua

 portuguesa, mas muitos estudiosos consideram que tal

 livro tenha sido “O Sacramental”, de Clemente Sanches

 de Verácia.

Ponte de Trajano (Chaves) – Fernando Ribeiro

O que se tem como informações concretas sobre

“O Sacramental” é que sua primeira edição foi impressa

 em 1488 na cidade de Chaves, mas o autor não

era português. Ele era um padre de León, uma província

da Espanha. O livro Sacramental foi escrito por Clemente

e Sanches de Verácia. um clérigo leonês que viveu entre

 o século XIV e o XV e que escreveu várias obras

 religiosas e moralizantes. A primeira impressão

portuguesa terá ocorrido em Chaves em 1488. O seu

 Sacramental foi um dos livros mais lidos durante o

 século XV, tendo sido proibido pela Inquisição no

século XVI e consequentemente queimado. Teve

várias edições impressas em língua castelhana e

portuguesa. Descubra o livro mais antigo da língu

 portuguesa.

Chaves O Sacramental de Clemente Sanches de Verácia,

obra pastoral redigida entre 1421 e 1425 em língua

 castelhana, depois dos livros destinados ao ofício

religioso, foi o livro mais impresso na Península

Ibérica, desde a introdução da imprensa até meados

do século XVI. A primeira impressão portuguesa terá

ocorrido em Chaves em 1488, mas não existem provas

concretas que suportem esta tese. O incunábulo do

 Sacramental impresso em Chaves é considerado por

 alguns «o primeiro livro em língua portuguesa

impresso em Portugal».

Sacramental Segundo Vindel, teria sido o primeiro

livro impresso em Espanha; cerca de 1470 em Sevilha.

 Foi traduzido para o catalão – Lo sacramental –

em Lérida, 1495. Conhecem-se treze edições em

castelhano, uma em catalão e quatro em português.

Das edições em português, duas foram impressas no

 século XV (Chaves, 1488 (?); e Braga (?), ca.

1494-1500 e duas no século XVI (Lisboa, 1502; e

Braga, 1539).Sacramental.

O Sacramental é um depositário da forma como

deve viver o homem medieval, tratando a alimentação,

 as relações familiares, as relações sociais, a relação

com Deus, o trabalho, o descanso, a saúde, a doença

e a sexualidade, o que faz dele um documento

 indispensável para o estudo da sociedade medieval

 portuguesa. Assim começa o livro:

E por quanto por nossos pecados no tempo de

 agora muitos sacerdotes que hão curas de almas

não somente são ignorantes para instruir e ensina

 a fé e crença e as outras cousas que pertencem

 à nossa salvação, mas ainda não sabem o que

todo bom cristão deve saber nem são instruídos

nem ensinados em a fé cristã segundo deviam, e

o que é mais perigoso e danoso, alguns não sabem

nem entendem as Escrituras que cada dia hão-se ler

 e trautear.

 Eu Clemente Sanches de Verácia, bacharel em leis,

arcediago de Valdeiras em a igreja de León,

 ainda que pecador e indigno, propus de trabalhar

de fazer uma breve compilação das cousas que

 necessárias são aos sacerdotes que hão curas de

almas, confiando da misericórdia de Deus.»

 Quadra para que os leitores dos meus blogues 

 possam interpretar




Muito sorumbático é como o Armando anda.

A sua cara-metade deixou-o muito desolado.


Como ela se tornou uma verdadeira poliandra.

Ele passou do gerúndio ao participo passado.