domingo, 14 de julho de 2024

  

Um professor  da Universidade

)

 

 

Eduardo Sousa estava estudar direito numa das

universidades em Portugal

Um dos professores não gostava do modo de

 ser e da presenta do referido aluno,  tinha-lhe

uma certa aversão e tentava aviltá-lo.

 Eduardo era  dos melhores estudantes da sua

turma. Quando se cruzava com este professor

 fora da universidade, nunca lhe fez uma vénia.

Porque sabia que professor não simpatizava

com ele.

Um dia, esse Professor estava a almoçar na

Dining-room da Universidade e o aluno

Eduardo vem com a bandeja e senta-se ao

lado do professor .
 
O Professor, altivo, diz :
-  O senhor aluno não entende?  Que um porco

 e um pássaro, não se sentam juntos para

comer.
 
Ao que Eduardo respondeu:
 
- Fique tranquilo e à vontade professor! ... Eu

 vou já voar para outra mesa!
 
O professor ficou cheio de raiva e decidiu

vingar-se no teste seguinte, mas o aluno

respondeu de forma brilhante a cada pergunta .
 
Então o professor fez-lhe mais uma pergunta:
 

- Senhor aluno, se estivesse a passsear na rua e

encontrasse um saco, dentro dele está a

uma sabedoria importante  e uma grande

quantidade de dinheiro, o que tirava do saco ?
 
Eduardo responde sem hesitar:

- É claro professor, que tirava o dinheiro!
 
O professor sorrindo diz:

 - Eu, ao contrário, tinha agarrado a sabedoria,

você não acha ? "
 
- Cada um tira o que não tem, responde o aluno!... 

 

O verdadeiro significado das palavras

Infracitatadas:

Amigo: É alguém que fica para ajudar quando os outros

 se afastam.
Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade

 com quem fica.
Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser

 o amigo que ainda não abraçamos.
Caridade: É quando a gente está com fome, só tem

uma bolacha e reparte.
Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma

 palavra para expressar o que sente e fala com as mãos,

 colocando o afago em cada dedo.
Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não

 confia em si mesmo.
Doutrinação: É quando a gente conversa com o Espírito

 colocando o coração em cada palavra.
Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e

tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.
Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.
Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente

vontade de buscar quem ficou para trás.

Filhos: É quando Deus entrega uma jóia em nossas mãos

e recomenda cuidá-la.
: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e

 o coração já o considera feito.
Fome: É quando o estômago manda um pedido para a

boca e ela silencia.
Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar

na nossa frente e a gente, estando apressado, não

 reclama.
Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode

 ser mais e melhor do que o outro.
Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto

para bem distante.
Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a

quem ama.
Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem

 por ele.
Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e

se esquece de retirar.
Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que

 deveríamos ter.
Morte: Quer dizer viagem, na horizontal para a cidade

necrópole.  

Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente

reconhece quem nos faz feliz.
Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos

 para alegrá-los.
Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer

 os outros de que é um elefante.
Ódio: É quando plantamos trigo o ano todo e estando os

 pendões maduros a gente queima tudo em um dia.
Perdão: É uma alegria que a gente dá e que pensava que

jamais a teria.

Paz: É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.
Obsessor: É quando o Espírito adoece, manda embora a

 compaixão e convida a vingança para morar com ele.
Pessimismo: É quando a gente perde a capacidade de ver

 em cores.
Raiva É quando colocamos uma muralha no caminho

da paz.
Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.
Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser

sábio.
Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de

morar dentro do outro.
Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar; e

estando perto, querer parar o tempo.
Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de

 água e a gente pede um rio inteiro.
Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o

 coração não vê ninguém por perto.
Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham

como duas estrelas.
Sinceridade:

É quando nos expressamos como se o outro estivesse do

outro lado do espelho.
Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência 

por outra; geralmente pior.

quarta-feira, 12 de junho de 2024

 

 

Assim era Bocage...

A arte de bem falar (antes do acordo ortográfico).


Conta-se que Bocage, ao chegar a casa um certo dia,

ouviu um barulho
estranho vindo do quintal.

Chegando lá, constatou que um ladrão tentava levar os

 seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e,

 surpreendendo-o ao tentar pular
o muro com os seus amados patos, disse-lhe:

-Oh, bucéfalo anácrono! Não te interpelo pelo valor

intrínseco dos bípedes
palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de

profanares o recôndito da
minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e

à socapa.

Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para

 zombares da minha elevada
prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com

 a minha bengala
fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal

ímpeto que te
reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo

denomina nada.

E o ladrão, confuso, diz:
-Doutor, afinal levo ou deixo os patos?

O que mais aflige o ser humano

 

Muitos dos conflitos que afligem o ser humano

decorrem dos padrões de comportamento que

ele próprio adota em sua jornada terrestre.

 É comum que se copiem modelos do mundo,

que entusiasmam por pouco tempo, sem que se

analisem as consequências que esses modos 

comportamentais podem acarretar.

Não se tem dado a devida importância ao

 crescimento e ao progresso individual dos 

seres.

 Alguns creem que os próprios equívocos são

menores do que os erros dos outros. 

Outros supõem que, embora o tempo passe 

para todos, não passará do mesmo modo para 

eles se iludem no sentido de que a severidade das

 leis da consciência atingirá somente os outros.

Embriagados pelo orgulho e pelo egoísmo

 deixam-se levar pelos desvarios da multidão

 sem refletir a respeito do que é necessário

realmente buscar-se. É chegado o momento em

 que nós, espíritos em estágio de progresso na

Terra, devemos procurar superar, de forma

verdadeira, o disfarçado egoísmo, em busca da

inevitável renovação.

Provocados pela perversidade que campeia,

ajamos em silêncio, por meio da oração que 

nos resguarda a tranquilidade. Gastemos nossas

energias excedentes na atividade fraternal e

voltada à verdadeira caridade.

Cultivemos a paciência e aguardemos a bênção

do tempo que tudo vence.

Prossigamos no compromisso abraçado, sem

desânimo, sem vãs ilusões, confiando sempre

no valor do bem.

É muito fácil desistir do esforço nobre,

comprar-se por um momento, tornar-se igual

 aos demais, nas suas manifestações inferiores.

Todavia, os estímulos e gozos de hoje, no campo

 das paixões desgovernadas, caracterizam-se

pelo sabor dos temperos que se convertem em

ácido e fel, passados os primeiros momentos.

Aprendamos a controlar nossas más inclinações

e lograremos vencer se perseverarmos no bom

combate.

Conversamos sobre a luz. Modifiquemos hábitos 

danosos, em qualquer área da existência,

começando por aqueles que pareçam mais

 fáceis de serem derrotados. Sempre que surgir

  a oportunidade, façamos o bem, por mais

insignificante que nosso ato possa parecer.

Geremos o momento útil e aproveitemo-lo. Não

nos cabe aguardar pelas realizações grandiosas

, e tampouco podemos esperar glorificação pelos

nossos acertos.

O maior reconhecimento que se pode ter por

 fazer o que é certo é a consciência tranquila.

 Toda ascensão exige esforço, adaptação e

sacrifício, enquanto toda queda resulta em

prejuízo, desencanto e recomeço. Trabalhamos

nossa própria intimidade, vencendo limites e

obstáculos impostos, muitas vezes, por nós

mesmos.

Valorizemos nossas conquistas, sem nos

deixarmos embevecer e iludir por essas

vitórias.

Há muitas paisagens, ainda, a percorrer e

muitos caminhos a trilhar.

Somente a reforma íntima nos concederá a

paz e a felicidade que almejamos. A mudança

 para melhor é urgente, mas compete a cada

 um de nós, corajosa e individualmente, decidir

a partir de quando e como ela se dará.

 



 

 

 

 

 Conflitos de gerações 

 

Podemos  quatro partes:


1. A nossa juventude adora o luxo, é mal-educada,

despreza a autoridade e não tem o menor respeito

pelos mais velhos. Os nossos filhos hoje são

verdadeiros tiranos. Eles não se levantam quando

 uma pessoa idosa entra, respondem aos pais e

são simplesmente maus.

2. Não tenho mais nenhuma esperança no futuro

do nosso país se a juventude de hoje tomar o

poder amanhã, porque esta juventude é

insuportável, desenfreada, simplesmente horrível.

3. O nosso mundo atingiu o seu ponto crítico.

Os filhos não ouvem mais os pais. O fim do

mundo não pode estar muito longe.

4. Esta juventude está estragada até ao fundo

do coração. Os jovens são maus e preguiçosos.

Eles nunca serão como a juventude de

antigamente...

A juventude de hoje não será capaz de manter a

nossa cultura.

 

A vida é uma grande arte.

 

É saber viver, é aprender, conhecer, amar e sentir.

É dar conta de tudo que nos faça permitir, na roda

 da vida.

 

O sentido de existir.

A vida é uma grande emoção.

Na verdade, sem sabermos, quem nos 

dita as regras.

 

É o nosso coração.

Só viver na emoção, no ritmo acelerado da vida,

Sem usarmos também a razão,

Ela sem ser percebida nos envolve numa teia,

E então perdemos a direção.