quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Poema sobre a gerontologia e partida

Os anos vão subindo e o tempo avança
Que é a natureza próprio da vida humana
O que começa, acaba amizades e esperança
Na velhice tudo nos confunde e engana

                                                   
O ser humano é forçado a esta  mudança
A idade altera funções e o pensamento
Todos entramos na nefasta contradança
Que nos traz declínio solidão e sofrimento

                                                 
Acabam as alegrias, diminuem as paixões
Mudam os hábitos e fisionomia e o retrato
Tudo muda na vida até as grandes ilusões

                                                 
É a vida transitória comum a todos os seres
Na partida para o Além apenas se leva o fato
Deixam tudo, a família, os amigos e haveres

It was made by Rafael Souza




Cleptomaníaco

Muito antes do dia de Natal um ergófobo e desempregado
por opção foi preso pela polícia mm Lisboa.
Quando foi levado para a esquadra da policia 
O chefe da esquadra perguntou-lhe:
- Do que o senhor é acusado?
-De fazer as compras de Natal antes do tempo.
- Mas isso não é crime nenhum,fazer as compras com
antecedência!
- Mas eu fi-las antes do empregado abrir a  loja!


Novos radares para caçarem condutores destraídos

Estes novos radares vão apanhar todas as infrações! Tem atenção!
 Há uma nova geração de radares que promete não dar descanso
 aos condutores mais distraídos.
 A nova tecnologia deteta várias infrações ecomunica-as, em tempo 
real, às autoridades.
Chama-se "Mesta Fusion "e pretende detetar todas infrações num
 raio de 300 metros, analisando a informação de oito faixas da mesma
via em simultâneo.
 O novo mecanismo está apto para reconhecer as matrículas, analisar
 as velocidades por tipo de veículo, medir as distâncias de segurança
 entre os automóveis, detetar a utilização de telemóveis e a falta de
cintos de segurança.
 É constituído por um radar 3D de 24 GhZ, com uma câmara
fotográfica de alta resolução (36 megapixéis) e ainda uma segunda
câmara ligada a um software específico que analisa o comportamento
 dos veículos e dos condutores, transmitindo os dados às autoridades
em tempo real.
 Os novos radares estão a ser produzidos pela Safran Morpho, uma
empresa de controlo de tráfego, que faz parte do grupo francês de 
telecomunicações Sagem.
 Neste momento, apenas falta definir o custo de cada unidade.


sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Um soneto constituído por substantivos coletivos

Banda, bando, congresso, ninhada,
Arquipélago, choupal, vinha, colmeia,
Caravana, cáfila, corja, cambada
Chorrilho, chusma, cardume, alcateia,

Tripulação, enxame, esquadra, flotilha,
 Cordilheira, nuvem, matilha, pinhal,
 Frota, regimento, choldra, esquadrilha,
 Súcia, falange, leva, multidão, olival,

Ramalhete, manada, rancho, mato
Vara, vinha, souto, réstia, quinzena,
Serra, récua, rebanho, assembleia, fato

 Universo, universidade, escola religião,
 Horda, magote, campanha, novena,
 Seminário, conclave, cacho, legião.

It was made by Rafael


Informação sobre antibioticos naturais

Os 10 melhores antibióticos naturais.
Quando o sistema imunológico está sobrecarregado, os antibióticos
 farmacêuticos podem ser muito úteis.
Porém, por mais que existam centenas de antibióticos, as infeções
 ainda nos afligem. O problema é que as pessoas abusam do
consumo de antibióticos e, como resultado, muitas bactérias
acabam criando resistência a todos esses antibióticos

O que fazer para evitar isso?
Consumir certos alimentos que são verdadeiros antibióticos naturais e
que não oferecem risco a nossa saúde.

Esses antibióticos naturais devem ser usados de forma regular,
numa rotina que visa à prevenção.
O uso adequado dos antibióticos naturais pode não só inibir
infeções bacterianas, virais e fúngicas, mas também minimiza
a necessidade de antibióticos farmacêuticos, com muitos dos
 seus efeitos secundários adversos.
Para ter efeito real, eles precisam ser consumidos regularmente.
 A ação deste remédio natural é lenta e gradativa, porém com
 baixíssima taxa de risco.

1. Açafrão-da-terra/ cúrcuma
Para muitos, nenhum outro alimento tem atividade antibiótica maior
 que a cúrcuma (açafrão-da-terra). A cúrcuma, se combinada com
 pimenta-do-reino dará uma maior resistência ao seu corpo.
2. Limão
Com altos níveis de potássio e vitamina C, o limão é um forte
anti bacteriano. A fruta pode ser consumida pura ou na forma de
suco com um pouco de mel.
3. Mel
O mel é especial para combater infeções e suas enzimas ajudam
a eliminar as bactérias.
4. Alho
Ele elimina as bactérias que estão alojadas no nosso sangue e ajuda
 a manter nosso sistema imunológico forte. Ele tem forte ação
anti biótica e uma grande quantidade de antioxidantes.
5. Cebola
Graças à sua elevada percentagem de enxofre e flavonóides, é
 excelente para problemas respiratórios, como gripe, bronquite e
faringite.
6. Gengibre
O gengibre é muito potente para combater infeções e aliviar dores
. Você pode tomá-lo como chá ou adicioná-lo em sucos.
7. Alecrim
O alecrim possui intensa atividade bactericida, além de propriedades
Anti virais. O chá de alecrim ajuda a combater os germes que podem
 invadir o organismo e causar infeções.
8. Canela
Seus óleos essenciais são poderosos no combate a vírus, bactérias e
fungos. Procure consumir canela em chá, com frutas, no suco, etc;  e
em pouco tempo você construirá uma forte proteção contra infeções.
A canela é contraindicada para quem tem pressão alta e seu consumo
 também deve ser evitado durante a gravidez.
9. Vinagre de maçã
Ele contém ácido málico, uma substância exterminadora de vírus e
bactérias. O vinagre de maçã, consumido regularmente, age fazendo
uma limpeza e evitando a proliferação de microrganismos patogênicos
 no nosso organismo.
10. Folhas de oliveira
Ela têm uma incrível capacidade de destruir uma grande variedade de
 vírus, fungos e bactérias. Este potente anti biótico natural pode ser

 tomado para ajudar a combater todos os tipos de infeção.

Poema sobre os autos de Gil Vivente

Gil Vicente com todos os seus criticos autos
Farsas e comédia todas as classes retratou
Da sociedade portuguesa, os pobres e lautos
Até os criptos atos e desvios do clero atacou.


No Auto da Índia tudo de verídico ele revelou
Tudo de bom e o revés das nossas Descobertas
O reino dos bravos marinheiros se despovoou
Onde ficaram  órfãs, viúvas e adúlteras certas.


Gil vicente criticou tudo que soube e pressentiu
Pois, não teve qualquer receio da régia censura
      D.João III gostava que escrevesse o que existiu
      Ao que se de mau, ele deu-lhe grande cobertura


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Alguns dos ditados populares

 A ambição cerra o coração
 A pressa é inimiga da perfeição
 Águas passadas não movem moinhos
 Amigo não empata amigo
 Amigos amigos negócios à parte
 Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura
 A união faz a força
 A ocasião faz o ladrão
 A ignorância é a mãe de todas as doenças
 Amigos dos meus amigos, meus amigos são
 A cavalo dado não se olha a dente
 Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não
 enganam o mundo.
 Antes só do que mal acompanhado
 A pobre não prometas e a rico não devas.
 A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina
 A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo
 A boda e a baptizado, não vás sem ser convidado
 A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha
 A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite
 mata
 A necessidade aguça o engenho
 A noite é boa conselheira
 A preguiça é mãe de todos os vícios
A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
 A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas
 A pensar morreu um burro
 A roupa suja lava-se em casa
 Antes só que mal acompanhado
 Antes tarde do que nunca
 Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos
 o desamparam
 Ao rico não faltes, ao pobre não prometas
 As palavras voam, a escrita fica
 As (palavras ou conversa ...) são como as cerejas, vêm
umas atrás das outras
 Até ao lavar dos cestos é vindima
 Água e vento são meio sustento
 Águas passadas não movem moinhos
 Boi velho gosta de erva tenra
 Boca que apetece, coração que padece
 Baleias no canal, terás temporal
 Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia
 Boa romaria faz, quem em casa fica em paz
 Boda molhada, boda abençoada
 Burro velho não aprende línguas
 Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
 Cada cabeça sua sentença
 Chuva de São João, tira vinho e não dá pão
 Casa roubada, trancas à porta
 Casarás e amansarás
 Criou a fama, deite-se na cama
 Cada qual com seu igual
 Cada ovelha com sua parelha
 Cada macaco no seu galho
 Casa de ferreiro, espeto de pau
 Casamento, apartamento
 Cada qual é para o que nasce
 Cão que ladra não morde
 Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato
 Com vinagre não se apanham moscas
 Coma para viver, não viva para comer
 Com o direito do teu lado nunca receies dar brado
 Candeia que vai à frente alumia duas vezes
 Casa de esquina, ou morte ou ruína
 Cada panela tem a sua tampa
 Cada um sabe as linhas com se cose
 Cada um sabe de si e Deus sabe de todos
 Casa onde entra o sol não entra o médico
 Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a
ninguém
Cesteiro que faz um cesto faz um cento,se lhe
derem verga e tempo
 Com a verdade me enganas
 Com papas e bolos se enganam os tolos
 Comer e o coçar o mal é começar
 Dar-se às vila-diogo   …. fugir
 Dar um bigode….. dar uma lição
 Dar por paus e por pedras …. mostrar-se irritado
 Devagar se vai ao longe
 Depois de fartos, não faltam pratos
 De noite todos os gatos são pardos
 Desconfia do homem que não fala e do cão que não ladra
 De Espanha nem bom vento nem bom casamento
 De pequenino se torce o pepino
 De grão a grão enche a galinha o paparrão
 Devagar se vai ao longe
 De médico e de louco, todos temos um pouco
 Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és
 Diz o roto ao nu 'Porque não te vestes tu?'
 Depressa e bem não há quem
 Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer
 Depois da tempestade vem a bonança
 Da mão à boca vai-se a sopa
 Deus ajuda, quem cedo madruga
 Dos fracos não reza a história
 Em casa de ferreiro, espeto de pau
 Enquanto há vida, há esperança
 Entre marido e mulher, não se mete a colher
 Em terra de cego quem tem olho é rei
 Erva daninha a geada não mata
 Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém
 tem razão
 Em tempo de guerra não se limpam armas
 Falar é prata, calar é ouro
 Filho de peixe, sabe nadar
 Gaivotas em terra, tempestade no mar
 Guardado está o bocado para quem o há de comer
 Galinha de campo não quer capoeira
 Gato escaldado de água fria tem medo
 Guarda o que comer, não guardes o que fazer
 Homem prevenido vale por dois
 Há males que vêm por bem
 Homem pequenino ou é velhaco ou dançarino
 Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto
 Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos maus,
 serás pior do que eles
 Lua deitada, marinheiro de pé
 Lua nova trovejada, 30 dias é molhada
 Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão
 Longe da vista, longe do coração
 Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar
 Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital
 Manda quem pode, obedece quem deve
 Mãos frias, coração quente
 Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha
 Mais vale cair em graça do que ser engraçado
 Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo
 Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num
 minuto
 Madruga e verás trabalha e terás
 Mais vale um pé no travão que dois no caixão
 Mais vale uma palavra antes que duas depois
 Mais vale prevenir que remediar
 Morreu o bicho, acabou-se a peçonha
 Muita parra pouca uva
 Muito alcança quem não se cansa
 Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá
 Muito riso pouco siso
 Muitos cozinheiros estragam a sopa
 Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe
 Nuvem baixa sol que racha
 Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu
 Nem tudo o que reluz é ouro
 Não há bela sem senão
 Nem tanto ao mar nem tanto à terra
 Não há fome que não dê em fartura
 Não vendas a pele do urso antes de o matar
 Não há duas sem três
 No meio é que está a virtude
 No melhor pano cai a nódoa
 Nem contas com parentes nem dívidas com ausentes
 Nem oito nem oitenta
 Nem tudo o que vem à rede é peixe
 No aperto e no perigo se conhece o amigo
 No poupar é que está o ganho
 Não dá quem tem, dá quem quer bem
 Não há sábado sem sol, domingo sem missa nem
 segunda sem preguiça
 O saber não ocupa lugar
 Os cães ladram e a caravana passa
 O seguro morreu de velho
 O prometido é devido
 O que arde cura o que coça sara e o que aperta segura
 O segredo é a alma do negócio
 O bom filho à casa retorna
 O casamento e a mortalha no céu se talha
 O futuro a Deus pertence
 O homem põe e Deus dispõe
 O que não tem remédio remediado está
 O saber não ocupa lugar
 O seguro morreu de velho
 O seu a seu dono
 O sol quando nasce é para todos
 O ótimo é inimigo do bom
 Os amigos são para as ocasiões
 Os opostos atraem-se
 Os homens não se medem aos palmos
 Para frente é que se anda
 Pau que nasce torto jamais se endireita
 Pedra que rola não cria limo
 Para bom entendedor meia palavra basta
 Por fora bela viola, por dentro pão bolorento
 Para baixo todos os santos ajudam
 Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
 Patrão fora, dia santo na loja
 Para grandes males, grandes remédios
 Preso por ter cão, preso por não ter
 Paga o justo pelo pecador
 Para morrer basta estar vivo
 Para quem é, bacalhau basta
 Passarinhos e pardais,não são todos iguais
 Peixe não puxa carroça
 Pela boca morre o peixe
 Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber
 Pimenta no cu dos outros para mim é refresco
 Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
 Quando a esmola é grande o santo desconfia
 Quem espera sempre alcança
 Quando um não quer, dois não discutem
 Quem tem telhados de vidro não atira pedras
 Quem vai à guerra dá e leva
 Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte,
 ou é tolo ou não tem arte
 Quem sai aos seus não degenera
 Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento
 perde o assento
 Quem semeia ventos colhe tempestades
 Quem vê caras não vê corações
 Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece,
 tanto lembra que aborrece
 Quem casa quer casa
 Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
 Quem com ferros mata, com ferros morre
 Quem corre por gosto não cansa
 Quem muito fala pouco acerta
 Quem quer festa, sua-lhe a testa
 Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
 Quem dá aos pobres empresta a Deus
 Quem cala consente
 Quem mais jura é quem mais mente
 Quem não tem cão, caça com gato
 Quem diz as verdades, perde as amizades
 Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
 Quem não deve não teme
 Quem avisa amigo é
 Quem ri por último ri melhor
 Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
 Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
 Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto
 Quem diz o que quer, ouve o que não quer
 Quem não chora não mama
 Quem desdenha quer comprar
 Quem canta seus males espanta
 Quem feio ama, bonito lhe parece
 Quem não arrisca não petisca
 Quem tem boca vai a Roma
 Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão
 Quando um cai todos o pisam
 Quanto mais depressa mais devagar
 Quem entra na chuva é pra se molhar
 Quem boa cama fizer nela se deitará
 Quem brinca com o fogo queima-se
 Quem cala consente
 Quem canta seus males espanta
 Quem comeu a carne que roa os ossos
 Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro
 Quem muito escolhe pouco acerta
 Quem nada não se afoga
 Quem nasceu para a forca não morre afogado
 Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
 Quem não sabe é como quem não vê
 Quem não tem dinheiro não tem vícios
 Quem não tem panos não arma tendas
 Quem não trabuca não manduca
 Quem o alheio veste, na praça o despe
 Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
 Quem paga adiantado é mal servido
 Quem parte velho paga novo
 Quem sabe faz, quem não sabe ensina
 Quem tarde vier comerá do que trouxer
 Quem te cobre que te descubra
 Quem tem burro e anda a pé mais burro é
 Quem tem capa sempre escapa
 Quem tem cem mas deve cem pouco tem
 Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita
 Quem tudo quer tudo perde
 Quem vai ao mar avia-se em terra
 Quem é vivo sempre aparece
 Querer é poder
 Recordar é viver
 Roma e Pavia não se fez em um dia
 Rei morto, rei posto
 Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
 Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
 Santos da casa não fazem milagres
 São mais as vozes que as nozes
 Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
 Todo o homem tem o seu preço
 Todos os caminhos vão dar a Roma
 Tristezas não pagam dívidas
 Uma mão lava a outra
Uma desgraça nunca vem só
Vale mais um toma que dois te darei
Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
Vozes de burro não chegam aos céus
 Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades
 SE CONHECEM MAIS ALGUM, NÃO HESITEM
EM  ADICIONÁ-LO