segunda-feira, 26 de junho de 2023

 

I am aldready eighty two years old!

 My life will be very much short life on

 the future

 

My friends nowadays  with my age.

I take into account as delayed dead

 body. I warn all my friends, women

and men. I hope to live with you more

late possible in love.

But when I was next my death, I wish

a little drunk in order to I can forget

 the world.

I am sorry, that I´ll can´t  come again.

Today I know where I am. After I don´t

 Know, where I´ll go´to stay.

Cada homem tem a sua maneia de ser, crer, sentir, agir.


Quer tenha nascido junto ao Equador, na zona temperada

do Norte, na zona tempera do Sul, ou junto dos pólos Ártico 

e Antártico.

Qunto ao trabalho, os rurígenas e rurícolas têm um propensão

para continuarem a trabalhar mesmo depois de reformados.

Por isso, são muito frenéticos e ergófilos.

Os urbígenas e urbícolas são menos ativos com tendência

para a ergofobia e  são muito mandriões optam por uma 

vida eubiótica, mesmo com poucos recursos Mas também 

há muitos que não gostam de estar parados depois de

 reformados.

Mas há exageros aqueles trabalham todo o dia com uma

abelha sem necessidade e não gastam metade do pouco que

 ganham.

Dizem-se que só se sentem bem  a trabalhar. dizem-se são fortes 

que nem um touro, trabalham mais que os animais.

E nunca se sentem cansados parecem escravos. Estes

 indivíduos desta tempera, deviam consultar um veterinário.

Pois, é possível que sejam grandes burros!...

domingo, 25 de junho de 2023

  

A Língua Portuguesa continua rica...


Os artotécnicos já têm falta de massa. 

Para fazerem a base da alimentação

 dos pobres.


Os padres já não comem tantos como o

pançudos abades.


Os relojoeiros vendem pouco andam com 

a barriga a dar horas.

Os talhantes estão feitos ao bife. Como vendem

 pouco, têm que ser eles próprios a comer a 

carne ou tornarem-se  mais creófilos.


Os breeders de animais e galinhas estão

 depenados. as rações estão cada vez mais

 caras.

Os pescadores andam a ver navios, não há 

ictios na talassosfera!


Os vendedores de carapau estão tesos.

Os apanhadores de caranguejo vêm a vida a

 andar para trás.


Os desinfestadores estão piores que uma barata. 

não têm trabalho.


Os fabricantes de cerveja perderam o seu ar

 imperial. Têm que fazer promoções do seu

 produtos


Os cabeleireiros chateados arrancam os seus 

próprios cabelos tornaram-se tricófobos 

por causa dos cabeludos.


Os jardineiros engolem sapos. Não há agua 

para regarem bem com eles desejavam

Os cardiologistas estão num aperto. Outros 

iatros também podem receitar os mesmos

 medicamentos e pagam consultas mais 

baratas.


Os coveiros vivem com a hora da morte. 

Enquanto as famílias dos falecidos estão

 tristes para eles é uma alegria, pagam-se

 bem por três a quatro horas de trabalho.


Os shoemakers estão com litos nos

 sapatos. As pessoas compram sapatos j

á feitos nos supermercados e feiras.


As sapatarias não conseguem descalçar a bota. 

Nas feiras sáo mais baratos.


Os sinaleiros estão de mãos a abanar.
dada a alta tecnologia.

Os coxos já não vivem com uma perna 

às costas. já têm cadeiras elétricas


Os equinocultores já perdem as estribeiras.
 A seca não deu palha e não podem ganhar

 dinheiro com a hipoterapia.


Os pedreiros trepam pelas paredes. Ganhavam

 mais se pertencessem à Maçonaria

Os alfaiates só já viram os casacos e calças

 da arraia miúda, que não tem dinheiro para 

comprar roupas novas. 

Os azeiteiros prendem o burro as argolas

 das paredes. já vendem pouco azeite,  

nos supermecados é mais barato.


Os pianistas esta a bater sempre na mesma tecla. 

Porque o pessoa houve musica pelos

 telefones.


Os pastores procuram o bode expiatório.
Os pastos são escassos para os seus rebanhos


Os pintores carregam nas tintas. Mas já pouco 

contribuem para as pinacotecas.

Os agricultores confundem alhos com bugalhos

. A solidificação que cai do ceu estraga-lhes  

as colheitas-


O lenhador ganha muito pouco, usa-se mais o 

gas. 

Vendem pouca lenha. Seria melhor fazerem 

centros de oroterapia  nas montanhas. 


Os domadores de ofídios andam desanimados 

muita gente não gosta de espetáculos com

 wildreptiles.  


As costureiras não ganhas para as agulhas.

a suas clientelas compram quase tudo nos 

chinos. 


Os barbeiros põem as barbas de molho.
Ja poucos homens vão cabeleireiro. Ou

 deixam crescer o trico ou cortam eles

 próprios com a máquina com pente zero.


Os aviadores quando caem das nuvens, aterra

m ou amaram mais depressa do que se o fizesse 

de avião.

Os olivicultores andam com os azeites .

A apanha da azeitona não dá para a 

despesa


Os oftalmologistas fazem vista grossa.
Quando os seus clientes dizem que a sua 

consulta é muito cara.


Os veterinários protestam até que a vaca tussa.

 Já muita concorrência, mas mesmo assim,

 pagam-se bem.


Os criadores de gado pensam na morte da 

bezerra.

 O produto láteo é exíguo, dada a escass

pluviosidade.

As cozinheiras não têm papas na língua. Mas 

têm que mexer bem as quiros se quiserem

 ter algum lucro.


Os trefiladores vão aos arames. Porque a 

lata e o metal estão a ser substituídos

 pelo plástico


Os sobrinhos andam "Ó tio, ó tio". Querem

 herdar o património dele o mais depressa

 possível. 

Os elefantes andam de trombas. Se não encontram

 folhas nas arvores ou erva.


OS POLÍTICOS QUE SÃO CLEPTOCRATAS 

CONTINUAM BEM. COMEM TODOS DO 

MESMO TACHO ESTÃO SEMPRE

 ABONADO À MANJEDOURRA DO ESTADO, 

 E CADA VEZ A REIVINDICAREM MAIOR 

RAÇÃO.


segunda-feira, 15 de maio de 2023

 Alguns Ditados Populares  para guardar

   

   A ambição cerra o coração
> A pressa é inimiga da perfeição
> Águas passadas não movem moinhos
> Amigo não empata amigo
> Amigos amigos negócios à parte
> Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura
> A união faz a força
> A ocasião faz o ladrão
> A ignorância é a mãe de todas as doenças
> Amigos dos meus amigos, meus amigos são
> A cavalo dado não se olha a dente
> Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não

 enganam o mundo
> Antes só do que mal acompanhado
> A pobre não prometas e a rico não devas.
> A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina
> A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo
> A boda e a batizado, não vás sem ser convidado
> A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha
> A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata
> A necessidade aguça o engenho
> A noite não é boa conselheira
> A preguiça é mãe de todos os vícios
> A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
> A palavras ocas ou loucas orelhas moucas
> A pensar morreu um burro
> A roupa suja lava-se em casa
> Antes só que mal acompanhado
> Antes tarde do que nunca
> Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos 

o desamparam
> Ao rico não faltes, ao pobre não prometas
> As palavras voam, a escrita fica
> As (palavras ou conversa ...) são como as cerejas, vêm

 umas atrás das outras
> Até ao lavar dos cestos é vindima
> Água e vento são meio sustento
> Águas passadas não movem moinhos
   Boi velho gosta de erva tenra
> Os banqueiros emprestam o guarda chuva 

   no verão e no inverno tiram-no

  Boca que apetece, coração que padece
> Baleias no canal, terás temporal
> Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia
> Boa romaria faz, quem em casa fica em paz
> Boda molhada, boda abençoada
> Burro velho não aprende línguas
> Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
> Cada cabeça sua sentença
> Chuva de São João, tira vinho e não dá pão
> Casa roubada, trancas à porta
> Casarás e amansarás
> Criou a fama, deite-se na cama
> Cada qual com seu igual
> Cada ovelha com sua parelha
> Cada macaco no seu galho
> Casa de ferreiro, espeto de pau
> Casamento, apartamento
> Cada qual é para o que nasce
> Cão que ladra não morde
> Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato
> Com vinagre não se apanham moscas
> Coma para viver, não viva para comer
> Com o direito do teu lado nunca receies dar brado
> Candeia que vai à frente alumia duas vezes
> Casa de esquina, ou morte ou ruína
> Cada panela tem a sua tampa
> Cada um sabe as linhas com se cose
> Cada um sabe de si e Deus sabe de todos
> Casa onde entra o sol não entra o médico
> Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém
> Cesteiro que faz um cesto faz um cento, se lhe derem 

verga e tempo
> Com a verdade me enganas
> Com papas e bolos se enganam os tolos
> Comer e o coçar o mal é começar
   Dar às de vila diogo ou dar a sola = fugir

   Dar nas vistas

   Dar a mão à palmatória

   Devagar se vai ao longe
> Depois de fartos, não faltam pratos
> De noite todos os gatos são pardos
> Desconfia do homem que não fala e do cão que não ladra
> De Espanha nem bom vento nem bom casamento
> De pequenino se torce o pepino
> De grão a grão enche a galinha o papo
> Devagar se vai ao longe
> De médico e de louco, todos temos um pouco
> Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és
> Diz o roto ao nu 'Porque não te vestes tu?'
> Depressa e bem não há quem
> Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer
> Depois da tempestade vem a bonança
> Da mão à boca vai-se a sopa
> Deus ajuda, quem cedo madruga
> Dos fracos não reza a história
> Em casa de ferreiro, espeto de pau
> Enquanto há vida, há esperança
> Entre marido e mulher, não se mete a colher
> Em terra de cego quem tem olho é rei
> Erva daninha a geada não mata
> Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém

  tem razão
> Em tempo de guerra não se limpam armas
> Falar é prata, calar é ouro
> Filho de peixe, sabe nadar
> Gaivotas em terra, tempestade no mar
> Guardado está o bocado para quem o há de comer
> Galinha de campo não quer capoeira
> Gato escaldado de água fria tem medo
> Guarda o que comer, não guardes o que fazer
> Homem prevenido vale por dois
> Há males que vêm por bem
> Homem pequenino ou é velhaco ou dançarino
> Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto
  Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos maus,

   serás pior do que eles
> Lua deitada, marinheiro de pé
> Lua nova trovejada, 30 dias é molhada
> Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão
> Longe da vista, longe do coração
> Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar
> Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital
> Manda quem pode, obedece quem deve
> Mãos frias, coração quente
> Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha
> Mais vale cair em graça do que ser engraçado
> Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo
> Mais vale perder um minuto na vida do que a vida

 num minuto
> Madruga e verás trabalha e terás
> Mais vale um pé no travão que dois no caixão
> Mais vale uma palavra antes que duas depois
> Mais vale prevenir que remediar
> Morreu o bicho, acabou-se a peçonha
> Muita parra pouca uva
> Muito alcança quem não se cansa
> Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá
> Muito riso pouco siso
> Muitos cozinheiros estragam a sopa
> Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe
> Nuvem baixa sol que racha
> Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu
> Nem tudo o que reluz é ouro
> Não há bela sem senão
> Nem tanto ao mar nem tanto à terra
> Não há fome que não dê em fartura
> Não vendas a pele do urso antes de o matar
> Não há duas sem três
> No meio é que está a virtude
> No melhor pano cai a nódoa
> Nem contas com parentes nem dívidas com ausentes
> Nem oito nem oitenta
> Nem tudo o que vem à rede é peixe
> No aperto e no perigo se conhece o amigo
> No poupar é que está o ganho
> Não dá quem tem, dá quem quer bem
> Não há sábado sem sol, domingo sem missa nem

  segunda sem preguiça
   O saber não ocupa lugar
> Os cães ladram e a caravana passa
> O seguro morreu de velho
> O prometido é devido
> O que arde cura o que coça sara e o que aperta

   segura
> O segredo é a alma do negócio
> O bom filho à casa retorna
> O casamento e a mortalha no céu se talha
> O futuro a Deus pertence
> O homem põe e Deus dispõe
> O que não tem remédio remediado está
> O saber não ocupa lugar
> O seguro morreu de velho
> O seu a seu dono
> O sol quando nasce é para todos
> O ótimo é inimigo do bom
> Os amigos são para as ocasiões
> Os opostos atraem-se
> Os homens não se medem aos palmos
> Para frente é que se anda
> Pau que nasce torto jamais se endireita
> Pedra que rola não cria limo
> Para bom entendedor meia palavra basta
> Por fora bela viola, por dentro pão bolorento
> Para baixo todos os santos ajudam
> Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
> Patrão fora, dia santo na loja
> Para grandes males, grandes remédios
> Preso por ter cão, preso por não ter
> Paga o justo pelo pecador
> Para morrer basta estar vivo
> Para quem é, bacalhau basta
> Passarinhos e pardais,não são todos iguais
> Peixe não puxa carroça
> Pela boca morre o peixe
> Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber
> Pimenta no cu dos outros para mim é refresco
> Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
   Quando a esmola é grande o santo desconfia
> Quem espera sempre alcança
> Quando um não quer, dois não discutem
> Quem tem telhados de vidro não atira pedras
> Quem vai à guerra dá e leva
> Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é

  tolo ou não tem arte
> Quem sai aos seus não degenera
> Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento perde

  o assento
> Quem semeia ventos colhe tempestades
> Quem vê caras não vê corações
> Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece,

   tanto lembra que aborrece
> Quem casa quer casa
> Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
> Quem com ferros mata, com ferros morre
> Quem corre por gosto não cansa
> Quem muito fala pouco acerta
> Quem quer festa, sua-lhe a testa
> Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
> Quem dá aos pobres empresta a Deus
> Quem cala consente
> Quem mais jura é quem mais mente
> Quem não tem cão, caça com gato
> Quem diz as verdades, perde as amizades
> Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
> Quem não deve não teme
> Quem avisa amigo é
> Quem ri por último ri melhor
> Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
> Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
> Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto
> Quem diz o que quer, ouve o que não quer
> Quem não chora não mama
> Quem desdenha quer comprar
> Quem canta seus males espanta
> Quem feio ama, bonito lhe parece
> Quem não arrisca não petisca
> Quem tem boca vai a Roma
> Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão
> Quando um cai todos o pisam
> Quanto mais depressa mais devagar
> Quem entra na chuva é pra se molhar
> Quem boa cama fizer nela se deitará
> Quem brinca com o fogo queima-se
> Quem cala consente
> Quem canta seus males espanta
> Quem comeu a carne que roa os ossos
> Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro
> Quem muito escolhe pouco acerta
> Quem nada não se afoga
> Quem nasceu para a forca não morre afogado
> Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
> Quem não sabe é como quem não vê
> Quem não tem dinheiro não tem vícios
> Quem não tem panos não arma tendas
> Quem não trabuca não manduca
> Quem o alheio veste, na praça o despe
> Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
> Quem paga adiantado é mal servido
> Quem parte velho paga novo
> Quem sabe faz, quem não sabe ensina
> Quem tarde vier comerá do que trouxer
> Quem te cobre que te descubra
> Quem tem burro e anda a pé mais burro é
> Quem tem capa sempre escapa
> Quem tem cem mas deve cem pouco tem
> Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita
> Quem tudo quer tudo perde
> Quem vai ao mar avia-se em terra
> Quem é vivo sempre aparece
> Querer é poder
    Recordar é viver
> Roma e Pavia não se fez em um dia
> Rei morto, rei posto
> Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
> Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
> Santos da casa não fazem milagres
> São mais as vozes que as nozes
> Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
> Todo o homem tem o seu preço
> Todos os caminhos vão dar a Roma
> Tristezas não pagam dívidas
> Uma mão lava a outra
> Uma desgraça nunca vem só
   Vale mais um toma que dois te darei

   Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
> Vozes de burro não chegam aos céus
> Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades
  


 

 A perspicácia do cartomante


Um cartomante (fortune teller) ganhava a sua vida 

dizendo qual era o futuro de muitas pessoas que 

o consultavam.

Um dia indivíduo quis desmentir o  que ele dizia,

e  perguntou algo sobre um seu familiar.

- Se senhor é capaz de me dizer, onde está neste

 momento o meu  pai?

O cartomante pensou bem no assuno  e passados 

dois minutos respondeu-lhe:

-  O seu pai está neste momento sentado numa

 mesa de um café em Vila Flor, a beber cerveja 

com dois amigos do seu nível etário e a falarem 

de mulheres.

- Isso é uma grande mentira! Por que o meu pai

já morreu há mais de 10 anos!

O cartomante, manhoso, sagaz e perspicaz, 

arranjou uma resposta ofensiva e defensiva e 

disse-lhe:

- Está  muito enganado meu jovem, por que

quem morreu há 10 anos, não foi o seu pai,

 mas sim o marido da sua mãe!

Por que o seu pai biológico ainda está vivo!...

 Com esta resposta, chamou-lhe da f*lh* da p*t*

 ao  jovem que o considerou insolente.

 

I am aldready eighty two years old!

 My life will be very much short life on

 the future

 

My friends, nowadays with my age,

I take into account as delayed dead

 body. I warm all my friends, women

and men. I hope to live with you more

late possible in love.

But when I was next my death, I wish

a little drunk in order to I can forget

 this world.

I am sorry that I´ll can´t  come again.

Today I know where I am. After I don´t

 know and where I´ll go to stay.

quarta-feira, 26 de abril de 2023

Time for a little laughter ...


You need to think around "old people".

A tale from the wild, wild West ...

"An old woman walked up and tied her old mule to the hitching post.

As she stood there, brushing some of the dust from her face and clothes,

 a young gunslinger stepped out of the saloon with a gun in one hand

and a bottle of whiskey in the other.

He looked at the woman and laughed,

"Hey old woman, have you ever danced?"

The woman looked up at the gunslinger and said, "No .

.. I never did dance .

.. Never really wanted to"

A crowd has gathered as the young gunslinger grinned and said, "

Well you old bag, you're gonna dance now!", and started shooting

 at the old woman's feet.

The old woman prospector - not wanting to have her toes

 blown off- started hopping around. Many were laughing.

When his last bullet was fired, the gunslinger, still laughing,

 holstered his gun and turned around to go back into the saloon.

The old woman turned to her pack mule, pulled out a double

-barrelled shotgun and cocked both hammers. The loud clicks

 carried clearly through the desert air, and the crowd immediately

 stopped laughing.

The gunslinger heard the sounds too, and turned around very slowly.

The silence was almost deafening. The crowd watched tensely as he

stared at the woman and the large gaping holes of those twin barrels.

The barrels of the shotgun never wavered in her hands as she quietly

said, "Son, have you ever kissed a mule's ass?"

The gunslinger swallowed hard and said, "No m'am, but I've always

wanted too"

THERE ARE FIVE LESSONS HERE FOR ALL OF US:

1 - Never be arrogant.

2 - Don't waste ammunition.

3 - Whiskey makes you think you're smarter than you are.

4 - Always make sure you know who has the power.

5 - Don't mess with old people; they didn't get old by being stupid."