sexta-feira, 17 de julho de 2020

Mais um poema


No acróstico deste poema pode-se descobrir 
o autor.

Rumei direto a Lisboa maior cidade
Abandonei uma dura faina agrícola
Farto deste trabalho sem dignidade
Arranjei um trabalho mais nobre
Empregado como militar e urbìcola
Libertei-me de ser estulto e pobre


Cumpri sempre o meu devido dever
Onde exerci com lealdade as funções
Este emprego que nunca quis perder
Limitei críticas para acautelar o futuro
De homens que exibiam seus galões
Que me brigaram a um silêncio duro


Desanimado com momentos de monotonias 
E conviver com ignaros por necessidade
Somei muito mais tristezas que alegrias
Oposição provinha da parca idoneidade
Undícola fui e nos maus zéfiros me senti
Zé ninguém  para ter aqui continuidade
Ajudas nunca tive mas os sabujos venci


Pouco peso pode ser grande


Uma psicóloga, a falar sobre o stress numa conferência,
 levantou um copo de água. Todos pensaram que ela iria
perguntar:
"Meio cheio ou meio vazio?".
Mas com um sorriso no rosto ela perguntou;
"Quanto pesa este copo de água?"
As respostas variaram entre 100 e 350 g.
Ela respondeu:
"O peso absoluto não importa.
Depende somente do tempo que o segura. Senão,
 vejamos:
Se eu segurar um minuto, não existe problema nenhum.
Se eu o segurar durante uma hora, ficarei com dores no
braço,  óbvio.
Se eu o segurar por um dia, o meu braço ficará duro e
 paralisado.
Em todos os casos representados anteriormente o peso
 do copo não mudou, mas quanto mais tempo eu o
 segurava,
 mais pesado ele ficava".E então, continuou:
"O stress e as preocupações da vida são exatamente
 como este copo de água.
Se eu pensar neles por um curto período de tempo, nada
 acontece.
Se pensar neles um pouco mais de tempo, irão começar
 a criar mossa.
E se pensar neles durante o dia todo vou-me sentir
 paralisada,
 incapaz de fazer qualquer coisa".

O lago de um agricultor


O senhor Leafar tinha um lago no fundo da sua grande
propriedade. 



De tempos em tempos, ele dava uma volta por lá para ver
 se estava tudo em ordem.

Às vezes dormia uma cesta numa pequena casinha onde se
 abrigava de inverno e de verão e aproveitava aquela ida para
 colher algumas frutas ...

Ao aproximar-se do lago, ouviu vozes animadas.

Viu um grupo de mulheres que se banhavam completamente
 nuas.
 Surpreso, ele ficou parado, olhando para elas.

Ao vê-lo, todas foram para a parte mais profunda do lago,
mantendo apenas a cabeça fora da água.

Uma das mulheres gritou: - Não sairemos enquanto o senhor
 não se afastar!

O Leafar respondeu:
- Eu não vim até aqui para vê-las nadar ou sair nuas do lago!

Levantando o cesto, lhes disse: - Estou aqui para alimentar
dois  jacarés que devem estar na relva lá mais atràs!...

domingo, 14 de junho de 2020

Entre dois compadres alentejanos

.
Dois amigos estão num bar, quando um
deles diz:
- Estás a ver os dois velhos naquela mesa ?
- Estou, porquê ?
- Daqui a uns vinte anos estamos assim !
O outro olhou e disse:
- Ó Zé, é melhor parares de beber. Aquilo
um espelho, somos nós porra !!!...

Ducumemtos extraviados

passos para recuperar os documentos extraviados
1. Participe o desaparecimento Participe, numa esquadra
GNR ou da PSP, o desaparecimento da carteira e do seu
B.I., sejam documentos de identificação ou dinheiro.
para o banco ou para a SIBS (808 201 251 ou 217 918 780)
e peça o cancelamento dos cartões de débito e crédito.
Ao realizar a chamada, tenha presente o número do
extraviado, o NIB ou o número da conta à ordem
ao cartão.
2. Pesquise online Nos dias seguintes, aceda ao
do sistema integrado de informação sobre perdidos e
da polícia em https://perdidoseachados.mai.gov.pt e faça
uma busca para verificar se o bem perdido entrou no sistema.
3 Cancele os documentos perdidos Se ao fim de uma semana,
não conseguir reaver os documentos, cancele-os, por exemplo,
numa loja do cidadão. No caso do cartão de cidadão, tem um
prazo máximo de 10 dias para o fazer; caso contrário, sujeita-se
a uma coima de 100 a 500 euros. Se perdeu, por exemplo, o livrete
ou licença de porte de arma ou o cartão de profissional de vigilância
privada, comunique o desaparecimento à autoridade emissora ou
reguladora.
4. Aceda ao portal do cliente bancário Utilize ainda o serviço online
disponibilizado pelo Banco de Portugal para comunicar a perda dos
seus documentos de identificação, como o cartão de cidadão, de
contribuinte, o passaporte ou título de residência e os cartões
bancários. Para isso, aceda ao Portal do Cliente Bancário (http://
clientebancario.bportugal.pt), selecione a opção "serviços ao
público" e, dentro desta, "documentos de identificação pessoal
e siga as instruções.Q1

5. Substitua os documentos Substitua os documentos
perdidos. Tem um prazo de seis meses para o fazer.
6. Dirija-se ao balcão "Perdi a Carteira" Se reside na área da
grande Lisboa, dirija-se ao Balcão "Perdi a Carteira", nas Lojas
do Cidadão de Odivelas e das Laranjeiras. Funciona por
agendamento prévio (portaldocidadao@ama.pt ou pelo 707 241 107
e permite ou substituir, num único local, o cartão de cidadão,
a carta de condução, o documento único automóvel, o cartão de
pensionista, o cartão do Automóvel Club de Portugal e o cartão de
beneficiário da ADSE.

Conversa entre diplomatas


Um jovem diplomata português, em diálogo
franco com um colega mais velho e mais
 experiente:
- Francamente, senhor embaixador, devo 
confessar que não percebo o que correu mal
 na nossa história...
 Como é possível que nós, um povo que
 descende das gerações de portugueses que:
- criaram o Brasil,
- "deram novos mundos ao mundo",
- viajaram pela África e pela Índia,
- foram até ao Japão, à Malásia e a lugares
bem mais longínquos,
- deixaram uma língua e traços de cultura 
que ainda hoje sobrevivem
e são lembrados com admiração, como é
possível que hoje sejamos o mais pobre país 
 Europa ocidental...?
O embaixador mais velho sorriu e disse:
- Meu caro, você está muito enganado. Nós
não descendemos dessa gente aventureira, 
que teve a audácia e a coragem de partir pelo
 mundo, nas caravelas, que fez uma obra
notável, de rasgo e ambição.
- Não descendemos?!? -reagiu, perplexo,
o jovem diplomata - Então de quem 
descendemos nós..,?!
o lúcido embaixador:
- Nós descendemos dos que cá ficaram!..
Os nossos antepassados corajosos,  morreram
 nessas viagens Os que regressaram vieram  já
 velhos não tinham forças para empreendimentos.
Portanto nós descendemos daqueles que 
repudiaram essas viagens como célebre "Velho
 do do Restelo"!.. 

Um bêbado e um Padre


 Num autocarro, um padre sentou-se ao lado de
bêbado que, com dificuldade, lia o jornal.

De repente, com a voz «empastada ele 
perguntou ao padre:

- O senhor sabe o que é artrite?

O pároco logo pensou em aproveitar a ocasião
para passar um correctivo no bêbado e 
respondeu:

- É uma doença provocada pela vida pecaminosa
de frequentarem lupanars, boréis, casa de alcouce,
 prostíbulos onde se encontram de mulheres perdidas,
promiscuidade, sexo, etc.
Uma conduta sem regras: excesso de consumo de
 álcool, farras e outras coisas que nem ouso dizer.
                                                                               
O ébrio arregalou os olhos, calou-se e
 continuou lendo o jornal.

Pouco depois o presbítero achando que tinha sido
 muito duro com o bêbado,

tentou amenizar:

- Há quanto tempo o senhor está com artrite?

- Eu? Eu não tenho artrite!... Diz aqui no jornal
 Que quem tem é um sacerdote da minha região!...