segunda-feira, 15 de maio de 2023

 Alguns Ditados Populares  para guardar

   

   A ambição cerra o coração
> A pressa é inimiga da perfeição
> Águas passadas não movem moinhos
> Amigo não empata amigo
> Amigos amigos negócios à parte
> Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura
> A união faz a força
> A ocasião faz o ladrão
> A ignorância é a mãe de todas as doenças
> Amigos dos meus amigos, meus amigos são
> A cavalo dado não se olha a dente
> Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não

 enganam o mundo
> Antes só do que mal acompanhado
> A pobre não prometas e a rico não devas.
> A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina
> A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo
> A boda e a batizado, não vás sem ser convidado
> A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha
> A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata
> A necessidade aguça o engenho
> A noite não é boa conselheira
> A preguiça é mãe de todos os vícios
> A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
> A palavras ocas ou loucas orelhas moucas
> A pensar morreu um burro
> A roupa suja lava-se em casa
> Antes só que mal acompanhado
> Antes tarde do que nunca
> Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos 

o desamparam
> Ao rico não faltes, ao pobre não prometas
> As palavras voam, a escrita fica
> As (palavras ou conversa ...) são como as cerejas, vêm

 umas atrás das outras
> Até ao lavar dos cestos é vindima
> Água e vento são meio sustento
> Águas passadas não movem moinhos
   Boi velho gosta de erva tenra
> Os banqueiros emprestam o guarda chuva 

   no verão e no inverno tiram-no

  Boca que apetece, coração que padece
> Baleias no canal, terás temporal
> Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia
> Boa romaria faz, quem em casa fica em paz
> Boda molhada, boda abençoada
> Burro velho não aprende línguas
> Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
> Cada cabeça sua sentença
> Chuva de São João, tira vinho e não dá pão
> Casa roubada, trancas à porta
> Casarás e amansarás
> Criou a fama, deite-se na cama
> Cada qual com seu igual
> Cada ovelha com sua parelha
> Cada macaco no seu galho
> Casa de ferreiro, espeto de pau
> Casamento, apartamento
> Cada qual é para o que nasce
> Cão que ladra não morde
> Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato
> Com vinagre não se apanham moscas
> Coma para viver, não viva para comer
> Com o direito do teu lado nunca receies dar brado
> Candeia que vai à frente alumia duas vezes
> Casa de esquina, ou morte ou ruína
> Cada panela tem a sua tampa
> Cada um sabe as linhas com se cose
> Cada um sabe de si e Deus sabe de todos
> Casa onde entra o sol não entra o médico
> Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém
> Cesteiro que faz um cesto faz um cento, se lhe derem 

verga e tempo
> Com a verdade me enganas
> Com papas e bolos se enganam os tolos
> Comer e o coçar o mal é começar
   Dar às de vila diogo ou dar a sola = fugir

   Dar nas vistas

   Dar a mão à palmatória

   Devagar se vai ao longe
> Depois de fartos, não faltam pratos
> De noite todos os gatos são pardos
> Desconfia do homem que não fala e do cão que não ladra
> De Espanha nem bom vento nem bom casamento
> De pequenino se torce o pepino
> De grão a grão enche a galinha o papo
> Devagar se vai ao longe
> De médico e de louco, todos temos um pouco
> Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és
> Diz o roto ao nu 'Porque não te vestes tu?'
> Depressa e bem não há quem
> Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer
> Depois da tempestade vem a bonança
> Da mão à boca vai-se a sopa
> Deus ajuda, quem cedo madruga
> Dos fracos não reza a história
> Em casa de ferreiro, espeto de pau
> Enquanto há vida, há esperança
> Entre marido e mulher, não se mete a colher
> Em terra de cego quem tem olho é rei
> Erva daninha a geada não mata
> Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém

  tem razão
> Em tempo de guerra não se limpam armas
> Falar é prata, calar é ouro
> Filho de peixe, sabe nadar
> Gaivotas em terra, tempestade no mar
> Guardado está o bocado para quem o há de comer
> Galinha de campo não quer capoeira
> Gato escaldado de água fria tem medo
> Guarda o que comer, não guardes o que fazer
> Homem prevenido vale por dois
> Há males que vêm por bem
> Homem pequenino ou é velhaco ou dançarino
> Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto
  Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos maus,

   serás pior do que eles
> Lua deitada, marinheiro de pé
> Lua nova trovejada, 30 dias é molhada
> Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão
> Longe da vista, longe do coração
> Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar
> Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital
> Manda quem pode, obedece quem deve
> Mãos frias, coração quente
> Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha
> Mais vale cair em graça do que ser engraçado
> Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo
> Mais vale perder um minuto na vida do que a vida

 num minuto
> Madruga e verás trabalha e terás
> Mais vale um pé no travão que dois no caixão
> Mais vale uma palavra antes que duas depois
> Mais vale prevenir que remediar
> Morreu o bicho, acabou-se a peçonha
> Muita parra pouca uva
> Muito alcança quem não se cansa
> Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá
> Muito riso pouco siso
> Muitos cozinheiros estragam a sopa
> Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe
> Nuvem baixa sol que racha
> Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu
> Nem tudo o que reluz é ouro
> Não há bela sem senão
> Nem tanto ao mar nem tanto à terra
> Não há fome que não dê em fartura
> Não vendas a pele do urso antes de o matar
> Não há duas sem três
> No meio é que está a virtude
> No melhor pano cai a nódoa
> Nem contas com parentes nem dívidas com ausentes
> Nem oito nem oitenta
> Nem tudo o que vem à rede é peixe
> No aperto e no perigo se conhece o amigo
> No poupar é que está o ganho
> Não dá quem tem, dá quem quer bem
> Não há sábado sem sol, domingo sem missa nem

  segunda sem preguiça
   O saber não ocupa lugar
> Os cães ladram e a caravana passa
> O seguro morreu de velho
> O prometido é devido
> O que arde cura o que coça sara e o que aperta

   segura
> O segredo é a alma do negócio
> O bom filho à casa retorna
> O casamento e a mortalha no céu se talha
> O futuro a Deus pertence
> O homem põe e Deus dispõe
> O que não tem remédio remediado está
> O saber não ocupa lugar
> O seguro morreu de velho
> O seu a seu dono
> O sol quando nasce é para todos
> O ótimo é inimigo do bom
> Os amigos são para as ocasiões
> Os opostos atraem-se
> Os homens não se medem aos palmos
> Para frente é que se anda
> Pau que nasce torto jamais se endireita
> Pedra que rola não cria limo
> Para bom entendedor meia palavra basta
> Por fora bela viola, por dentro pão bolorento
> Para baixo todos os santos ajudam
> Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
> Patrão fora, dia santo na loja
> Para grandes males, grandes remédios
> Preso por ter cão, preso por não ter
> Paga o justo pelo pecador
> Para morrer basta estar vivo
> Para quem é, bacalhau basta
> Passarinhos e pardais,não são todos iguais
> Peixe não puxa carroça
> Pela boca morre o peixe
> Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber
> Pimenta no cu dos outros para mim é refresco
> Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
   Quando a esmola é grande o santo desconfia
> Quem espera sempre alcança
> Quando um não quer, dois não discutem
> Quem tem telhados de vidro não atira pedras
> Quem vai à guerra dá e leva
> Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é

  tolo ou não tem arte
> Quem sai aos seus não degenera
> Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento perde

  o assento
> Quem semeia ventos colhe tempestades
> Quem vê caras não vê corações
> Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece,

   tanto lembra que aborrece
> Quem casa quer casa
> Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
> Quem com ferros mata, com ferros morre
> Quem corre por gosto não cansa
> Quem muito fala pouco acerta
> Quem quer festa, sua-lhe a testa
> Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
> Quem dá aos pobres empresta a Deus
> Quem cala consente
> Quem mais jura é quem mais mente
> Quem não tem cão, caça com gato
> Quem diz as verdades, perde as amizades
> Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
> Quem não deve não teme
> Quem avisa amigo é
> Quem ri por último ri melhor
> Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
> Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
> Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto
> Quem diz o que quer, ouve o que não quer
> Quem não chora não mama
> Quem desdenha quer comprar
> Quem canta seus males espanta
> Quem feio ama, bonito lhe parece
> Quem não arrisca não petisca
> Quem tem boca vai a Roma
> Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão
> Quando um cai todos o pisam
> Quanto mais depressa mais devagar
> Quem entra na chuva é pra se molhar
> Quem boa cama fizer nela se deitará
> Quem brinca com o fogo queima-se
> Quem cala consente
> Quem canta seus males espanta
> Quem comeu a carne que roa os ossos
> Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro
> Quem muito escolhe pouco acerta
> Quem nada não se afoga
> Quem nasceu para a forca não morre afogado
> Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
> Quem não sabe é como quem não vê
> Quem não tem dinheiro não tem vícios
> Quem não tem panos não arma tendas
> Quem não trabuca não manduca
> Quem o alheio veste, na praça o despe
> Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
> Quem paga adiantado é mal servido
> Quem parte velho paga novo
> Quem sabe faz, quem não sabe ensina
> Quem tarde vier comerá do que trouxer
> Quem te cobre que te descubra
> Quem tem burro e anda a pé mais burro é
> Quem tem capa sempre escapa
> Quem tem cem mas deve cem pouco tem
> Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita
> Quem tudo quer tudo perde
> Quem vai ao mar avia-se em terra
> Quem é vivo sempre aparece
> Querer é poder
    Recordar é viver
> Roma e Pavia não se fez em um dia
> Rei morto, rei posto
> Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
> Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
> Santos da casa não fazem milagres
> São mais as vozes que as nozes
> Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
> Todo o homem tem o seu preço
> Todos os caminhos vão dar a Roma
> Tristezas não pagam dívidas
> Uma mão lava a outra
> Uma desgraça nunca vem só
   Vale mais um toma que dois te darei

   Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
> Vozes de burro não chegam aos céus
> Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades
  


 

 A perspicácia do cartomante


Um cartomante (fortune teller) ganhava a sua vida 

dizendo qual era o futuro de muitas pessoas que 

o consultavam.

Um dia indivíduo quis desmentir o  que ele dizia,

e  perguntou algo sobre um seu familiar.

- Se senhor é capaz de me dizer, onde está neste

 momento o meu  pai?

O cartomante pensou bem no assuno  e passados 

dois minutos respondeu-lhe:

-  O seu pai está neste momento sentado numa

 mesa de um café em Vila Flor, a beber cerveja 

com dois amigos do seu nível etário e a falarem 

de mulheres.

- Isso é uma grande mentira! Por que o meu pai

já morreu há mais de 10 anos!

O cartomante, manhoso, sagaz e perspicaz, 

arranjou uma resposta ofensiva e defensiva e 

disse-lhe:

- Está  muito enganado meu jovem, por que

quem morreu há 10 anos, não foi o seu pai,

 mas sim o marido da sua mãe!

Por que o seu pai biológico ainda está vivo!...

 Com esta resposta, chamou-lhe da f*lh* da p*t*

 ao  jovem que o considerou insolente.

 

I am aldready eighty two years old!

 My life will be very much short life on

 the future

 

My friends, nowadays with my age,

I take into account as delayed dead

 body. I warm all my friends, women

and men. I hope to live with you more

late possible in love.

But when I was next my death, I wish

a little drunk in order to I can forget

 this world.

I am sorry that I´ll can´t  come again.

Today I know where I am. After I don´t

 know and where I´ll go to stay.

quarta-feira, 26 de abril de 2023

Time for a little laughter ...


You need to think around "old people".

A tale from the wild, wild West ...

"An old woman walked up and tied her old mule to the hitching post.

As she stood there, brushing some of the dust from her face and clothes,

 a young gunslinger stepped out of the saloon with a gun in one hand

and a bottle of whiskey in the other.

He looked at the woman and laughed,

"Hey old woman, have you ever danced?"

The woman looked up at the gunslinger and said, "No .

.. I never did dance .

.. Never really wanted to"

A crowd has gathered as the young gunslinger grinned and said, "

Well you old bag, you're gonna dance now!", and started shooting

 at the old woman's feet.

The old woman prospector - not wanting to have her toes

 blown off- started hopping around. Many were laughing.

When his last bullet was fired, the gunslinger, still laughing,

 holstered his gun and turned around to go back into the saloon.

The old woman turned to her pack mule, pulled out a double

-barrelled shotgun and cocked both hammers. The loud clicks

 carried clearly through the desert air, and the crowd immediately

 stopped laughing.

The gunslinger heard the sounds too, and turned around very slowly.

The silence was almost deafening. The crowd watched tensely as he

stared at the woman and the large gaping holes of those twin barrels.

The barrels of the shotgun never wavered in her hands as she quietly

said, "Son, have you ever kissed a mule's ass?"

The gunslinger swallowed hard and said, "No m'am, but I've always

wanted too"

THERE ARE FIVE LESSONS HERE FOR ALL OF US:

1 - Never be arrogant.

2 - Don't waste ammunition.

3 - Whiskey makes you think you're smarter than you are.

4 - Always make sure you know who has the power.

5 - Don't mess with old people; they didn't get old by being stupid."

 Observando o que se passa à nossa volta


Podem querer  os portugueses 90% não acredita nos

 políticos, e 10% são os políticos e outros quejandos.

A hierarquia em Portugal quer nos governantes, nas forças

 militares e militarizadas são como as prateleiras quanto 

mais no alto, mais inúteis  e pouco trabalham


Alguns homens gostam tanto das suas mulheres que,

 para não as gastarem, preferem usar as dos outros.
 

Por maior que seja o buraco em que te encontras, sorri,

 porque por enquanto ainda não há terra por cima.”

 Se te estás a sentir sozinho, abandonado, a achar que

 ninguém te liga…atrasa um pagamento.”

 Se não puderes ajudar, então atrapalha, afinal o

importante é participar.”
Errar é humano... Colocar a culpa em alguém é estratégico.
 Antes, eu tinha amnésia, hoje não me lembro.”
 Não bebas enquanto conduzes! Porque podes entornar a

cerveja.”
 Bebo porque sou egocêntrico… gosto quando o mundo

gira à minha volta. "Vivemos tempos em que o fim do

mundo não assusta tanto quanto é o fim do mês.”
Eu não sou contra nem a favor, muito pelo contrário!
O pára-quedas é o único meio de transporte que, quando

avaria, chegas mais depressa.

 

 

 

"

Filosofia Barata

 Algumas verdades


Quando Galileu demonstrou que a Terra girava à

volta  do sol já os bêbados sabiam disso há séculos!”
As nuvens são como os chefes… quando desaparecem

 fica um dia lindo…” O que quer dizer no adágio popular

 português:

”Patrão fora dia santo na loja” Estas frses infracitadas 

em inglês e francês correspondem também ao no proverbio:

"patrão fora dia santo na loja"

Em Inglês: “When the cat´s away the mice will play”

Em Francês:”Quand le chat est parti les souris dancent”

 


domingo, 26 de março de 2023

 

Poucos saberão que estes 

10 lugares foram descobertos

 por Portugueses.

 

há séculos atrás, os portugueses

 percorreram o mundo em busca

de novas terras. Foram tantos os

locais descobertos por Portugal que,

 por vezes, nem os próprios

portugueses conhecem bem todos

 os sítios que o nosso país deu ao

 mundo. Desde pequenas ilhas,

a arquipélagos distantes ou até

a territórios que antigamente se

 pensava terem sido descobertos

 por outros países mas que, afinal,

terão sido mesmo descobertos

pelos portugueses, com  a 

 Austrália, por exemplo. 

A lista é longa mas vale a pena 

recordar 10 dos locais menos 

conhecidos.


Vanuatu

A primeira ilha no grupo de

Vanuatu descoberta foi a Ilha

 de “Espírito Santo” quando,

 em 1606, o explorador português

 Pedro Fernandes de Queirós,

 avistou-a e pensou tratar-se de

 um continente do sul.

 Maurícia

A ilha foi descoberta pelos portugueses,

em 1505. Foi primeiro colonizada pelos

 holandeses, em 1638, e nomeada

em honra ao príncipe Maurício

de Nassau. Os franceses controlaram 

ilha durante o século XVIII e a

 renomearam para Îlle de France.

A ilha foi tomada pelos britânicos

 em 1814, que restauraram o seu

nome anterior.

 Comores

Inicialmente habitada por um povo

 nativo oriundo de Madagáscar e

das migrações polinésias vindas do

leste, foi ponto de passagem do 

ricocomércio feito pelos árabes que 

iam para o sul da costa leste Africana 

em busca de Marfim e escravos.

Posteriormente as ilhas Comores

foram “descobertas” em 1505 pelos 

portugueses para depois serem

 colonizadas e administradas pela 

França.

 Maldivas

No século XVI, entre 1558 e 1573,

os portugueses estabeleceram uma

 pequena feitoria nas Maldivas, que

administraram a partir da colónia

principal portuguesa de Goa.

 Sri Lanka

Os primeiros europeus a visitarem

 o Sri Lanka foram os portugueses:

 Dom Lourenço de Almeida chegou

à ilha em 1505 e encontrou-a

 dividida em sete reinos que

guerreavam entre si e que seriam

 incapazes de derrotar um invasor.

 Os portugueses ocuparam, primeiro 

a cidade de Kotte, mas, devido à

 insegurança do local, fundaram a 

cidade de Colombo em 1517 e, 

gradualmente, estenderam seu controle

pelas áreas costeiras.

 Molucas

Em 1511-1512, os portugueses

foram os primeiros europeus a

 chegar às Moluas, em procura

 das afamadas especiarias.

Os Holandeses, os espanhóis e

 reinos locais, como Ternate e

Tidore, disputaram o controle

do lucrativo comércio   especiarias.

 Madagáscar

O primeiro descobridor europeu

da ilha foi o português Diogo Dias,

 em 1500. No século XVI, diversos

 portugueses, holandeses e

franceses tentaram a implantação

 fracassada de colónias no litora

Malgaxe.

Austrália O primeiro contacto

europeu com o continente do

Sul teria sido efetuado por

 navegadores portugueses,

embora não haja referências

a esta viagem ou viagens nos

arquivos históricos de Portugal.

A principal evidência para

estas visitas não declaradas foi

a descoberta de dois canhões

portugueses afundados ao largo

da baía de Broome na costa

noroeste da Austrália. A tipologia

 dessas peças de artilharia indica

 serem de fabricação portuguesa,

 podendo ser datadas entre os

anos de 1475 e 1525.

Tristão da Cunha

O arquipélago foi descoberto

 em 1506 pelo navegador

 à ilha, mas que não pôde

atracar devido aos penhascos

de mais de 600 metros de altura.

 Santa Helena

A ilha de Santa Helena foi descoberta

 em 1501 pelo navegador galego

João da Nova, que na ocasião

estava a serviço de Portugal. João

da Nova dirigia-se à Índia, tendo

 nessa viagem também

descoberto a ilha de Ascensão