terça-feira, 11 de julho de 2023

 

Um professor transmontano 

da região do Vale da Vilariça,

 with the nickname of Leafar


O que imaginou este supracitado professor

 para que os seus alunos estivessem com 

mais atenção esquecessem problemas 

ou chatices que tivessem tido com amigos

 ou outras pessoas lá fora.

Este docente pediu aos seus discentes que 

levassem uma sacola com batatas para a 

sala de aula.

 Disse-lhes que separassem uma batata para

 cada pessoa que os magoara ou de alguma

 forma os fizera sofrer. Depois disso que

escrevessem o nome de cada pessoa em

cada batata e as colocassem dentro da sacola.
Eles começaram a pensar, e foram lembrando

e escrevendo uma a uma as pessoas que os

tinham magoado... Algumas sacolas 

começaram a ficar muito pesadas!

A tarefa seguinte consistia em, durante uma

semana, carregar consigo a bag of potatoes 

 para onde quer que fossem. Com o tempo as

 batatas foram-se estragando e era um 

incômodo carregar  the bag all days!

Três dias pois começaram a sentir uma

 ozostomia (mau hálito) dentro do da sacola!

Era uma preocupação em não esquecê-la

 em algum lugar, fazia com que deixassem de

 prestar atenção em outras coisas que eram

 importantes para eles.

E foi assim que os alunos entenderam a lição 

de que carregar mágoas é tão ruim quanto 

carregar batatas podres.

Quando damos importância aos problemas 

não resolvidos ou às promessas não cumpridas,

nossos pensamentos enchem-se de mágoa,

aumentando o stress e roubando nossa 

alegria.
Perdoar e deixar estes sentimentos irem 

embora é a única forma de trazer de volta a 

paz e a calma e prestar atenção as coisas 

mais importantes. Jogar as batata fora!...

 

I am aldready eighty two years old!

 My life will be very much short life on

 the future

 

My friends nowadays  with my age.

I take into account as delayed dead

 body. I warn all my friends, women

and men. I hope to live with you more

late possible but in love.

But when I was next my death, I wish

a little drunk in order to I can forget

 the world.

I am sorry, that I´ll can´t  come again.

Today I know where I am. After I don´t

 Know, where I´ll go´to stay.

Sabores e saberes de África Induzia-nos

 a uma boa sitioterapia ou trofoterapia


Tudo começou em Moçambique, onde por motivos

de serviço militar obrigatório, levaram -me para lá

 com 21 anos de idade. Onde estive cerca de dois anos e 

meio. E depois fui para outros países lusófonos, mas 

antes da independência destes.

 Foi, de facto, na capital de Moçambique ex-Lourenço

Marques. Que há sessenta anos era uma urbe moderna, 

que apreciei nos sabores e aromas de uma África lusófona 

que, repartida agora por  vários países.

Mas por continua, no entanto, temperada pela língua comum

 que é o português. E tão importante foi esse primeiro

«encontro» que depressa ele passou a ser uma

espécie de «ritual». A ponto de ter sentido de imediato o 

desejo de conhecer outros comeres africanos falados em 

português :

O chabéu degalinha e do pitche-patche de ostras da 

Guiné-Bissau.

 Às cachupas, cuscuz e cabrito com inhame de

 Cabo Verde. Do marisco.

 Frango à cafreal e vatapás e Moçambique. Às muambas, 

mufetes e funje de Angola. Ou, ainda, à quiaça,  calulu de

 peixede São Tomé e Príncipe. Com a curiosidade de, sempre

que necessário, muitos deles conseguirem conciliar a

 valorização dos produtos locais com eventuais

 limitações.

 A esse prazer foi-se juntando, entretanto, o desejo de

mais e melhor entender a riqueza dessa gastronomia:

 através da leitura de algo já publicado ou que, então,

 se foi publicando; do colecionar de receitas dadas por

 amigos ou familiares lá nascidos, que lá viveram ou

que por lá passaram alguns anos.

Eu não sou um CORDON-BLEU!

Mais  j´aime manger bien et avec un  vin exquis