quarta-feira, 26 de abril de 2023

Time for a little laughter ...


You need to think around "old people".

A tale from the wild, wild West ...

"An old woman walked up and tied her old mule to the hitching post.

As she stood there, brushing some of the dust from her face and clothes,

 a young gunslinger stepped out of the saloon with a gun in one hand

and a bottle of whiskey in the other.

He looked at the woman and laughed,

"Hey old woman, have you ever danced?"

The woman looked up at the gunslinger and said, "No .

.. I never did dance .

.. Never really wanted to"

A crowd has gathered as the young gunslinger grinned and said, "

Well you old bag, you're gonna dance now!", and started shooting

 at the old woman's feet.

The old woman prospector - not wanting to have her toes

 blown off- started hopping around. Many were laughing.

When his last bullet was fired, the gunslinger, still laughing,

 holstered his gun and turned around to go back into the saloon.

The old woman turned to her pack mule, pulled out a double

-barrelled shotgun and cocked both hammers. The loud clicks

 carried clearly through the desert air, and the crowd immediately

 stopped laughing.

The gunslinger heard the sounds too, and turned around very slowly.

The silence was almost deafening. The crowd watched tensely as he

stared at the woman and the large gaping holes of those twin barrels.

The barrels of the shotgun never wavered in her hands as she quietly

said, "Son, have you ever kissed a mule's ass?"

The gunslinger swallowed hard and said, "No m'am, but I've always

wanted too"

THERE ARE FIVE LESSONS HERE FOR ALL OF US:

1 - Never be arrogant.

2 - Don't waste ammunition.

3 - Whiskey makes you think you're smarter than you are.

4 - Always make sure you know who has the power.

5 - Don't mess with old people; they didn't get old by being stupid."

 Observando o que se passa à nossa volta


Podem querer  os portugueses 90% não acredita nos

 políticos, e 10% são os políticos e outros quejandos.

A hierarquia em Portugal quer nos governantes, nas forças

 militares e militarizadas são como as prateleiras quanto 

mais no alto, mais inúteis  e pouco trabalham


Alguns homens gostam tanto das suas mulheres que,

 para não as gastarem, preferem usar as dos outros.
 

Por maior que seja o buraco em que te encontras, sorri,

 porque por enquanto ainda não há terra por cima.”

 Se te estás a sentir sozinho, abandonado, a achar que

 ninguém te liga…atrasa um pagamento.”

 Se não puderes ajudar, então atrapalha, afinal o

importante é participar.”
Errar é humano... Colocar a culpa em alguém é estratégico.
 Antes, eu tinha amnésia, hoje não me lembro.”
 Não bebas enquanto conduzes! Porque podes entornar a

cerveja.”
 Bebo porque sou egocêntrico… gosto quando o mundo

gira à minha volta. "Vivemos tempos em que o fim do

mundo não assusta tanto quanto é o fim do mês.”
Eu não sou contra nem a favor, muito pelo contrário!
O pára-quedas é o único meio de transporte que, quando

avaria, chegas mais depressa.

 

 

 

"

Filosofia Barata

 Algumas verdades


Quando Galileu demonstrou que a Terra girava à

volta  do sol já os bêbados sabiam disso há séculos!”
As nuvens são como os chefes… quando desaparecem

 fica um dia lindo…” O que quer dizer no adágio popular

 português:

”Patrão fora dia santo na loja” Estas frses infracitadas 

em inglês e francês correspondem também ao no proverbio:

"patrão fora dia santo na loja"

Em Inglês: “When the cat´s away the mice will play”

Em Francês:”Quand le chat est parti les souris dancent”

 


domingo, 26 de março de 2023

 

Poucos saberão que estes 

10 lugares foram descobertos

 por Portugueses.

 

há séculos atrás, os portugueses

 percorreram o mundo em busca

de novas terras. Foram tantos os

locais descobertos por Portugal que,

 por vezes, nem os próprios

portugueses conhecem bem todos

 os sítios que o nosso país deu ao

 mundo. Desde pequenas ilhas,

a arquipélagos distantes ou até

a territórios que antigamente se

 pensava terem sido descobertos

 por outros países mas que, afinal,

terão sido mesmo descobertos

pelos portugueses, com  a 

 Austrália, por exemplo. 

A lista é longa mas vale a pena 

recordar 10 dos locais menos 

conhecidos.


Vanuatu

A primeira ilha no grupo de

Vanuatu descoberta foi a Ilha

 de “Espírito Santo” quando,

 em 1606, o explorador português

 Pedro Fernandes de Queirós,

 avistou-a e pensou tratar-se de

 um continente do sul.

 Maurícia

A ilha foi descoberta pelos portugueses,

em 1505. Foi primeiro colonizada pelos

 holandeses, em 1638, e nomeada

em honra ao príncipe Maurício

de Nassau. Os franceses controlaram a 

ilha durante o século XVIII e a

 renomearam para Îlle de France.

A ilha foi tomada pelos britânicos

 em 1814, que restauraram o seu

nome anterior.

 Comores

Inicialmente habitada por um povo

 nativo oriundo de Madagáscar e

das migrações polinésias vindas do

leste, foi ponto de passagem do 

ricocomércio feito pelos árabes que 

iam para o sul da costa leste Africana 

em busca de Marfim e escravos.

Posteriormente as ilhas Comores

foram “descobertas” em 1505 pelos 

portugueses para depois serem

 colonizadas e administradas pela 

França.

 Maldivas

No século XVI, entre 1558 e 1573,

os portugueses estabeleceram uma

 pequena feitoria nas Maldivas, que

administraram a partir da colónia

principal portuguesa de Goa.

 Sri Lanka

Os primeiros europeus a visitarem

 o Sri Lanka foram os portugueses:

 Dom Lourenço de Almeida chegou

à ilha em 1505 e encontrou-a

 dividida em sete reinos que

guerreavam entre si e que seriam

 incapazes de derrotar um invasor.

 Os portugueses ocuparam, primeiro 

a cidade de Kotte, mas, devido à

 insegurança do local, fundaram a 

cidade de Colombo em 1517 e, 

gradualmente, estenderam seu controle

pelas áreas costeiras.

 Molucas

Em 1511-1512, os portugueses

foram os primeiros europeus a

 chegar às Moluas, em procura

 das afamadas especiarias.

Os Holandeses, os espanhóis e

 reinos locais, como Ternate e

Tidore, disputaram o controle

do lucrativo comércio   especiarias.

 Madagáscar

O primeiro descobridor europeu

da ilha foi o português Diogo Dias,

 em 1500. No século XVI, diversos

 portugueses, holandeses e

franceses tentaram a implantação

 fracassada de colónias no litora

Malgaxe.

Austrália O primeiro contacto

europeu com o continente do

Sul teria sido efetuado por

 navegadores portugueses,

embora não haja referências

a esta viagem ou viagens nos

arquivos históricos de Portugal.

A principal evidência para

estas visitas não declaradas foi

a descoberta de dois canhões

portugueses afundados ao largo

da baía de Broome na costa

noroeste da Austrália. A tipologia

 dessas peças de artilharia indica

 serem de fabricação portuguesa,

 podendo ser datadas entre os

anos de 1475 e 1525.

Tristão da Cunha

O arquipélago foi descoberto

 em 1506 pelo navegador

 à ilha, mas que não pôde

atracar devido aos penhascos

de mais de 600 metros de altura.

 Santa Helena

A ilha de Santa Helena foi descoberta

 em 1501 pelo navegador galego

João da Nova, que na ocasião

estava a serviço de Portugal. João

da Nova dirigia-se à Índia, tendo

 nessa viagem também

descoberto a ilha de Ascensão

 

 

ALERTA A QUEM CONDUZ NAS AUTOESTRADAS

 NÃO SABER ISTO PODE CUSTAR-LHE MILHARES

 DE EUROS.


INFORMAÇÃO IMPORTANTE:

 Em caso de acidente numa autoestrada

 ou via rápida concessionada, saber isto pode fazer a

 diferença entre pagares do teu bolso os danos da tua

 viatura e da via, ou receberes uma indemnização!

É muito importante terem com conhecimento o maior

número possível de pessoas.

Pagamos as portagens mais caras da Europa, e mesmo

assim tentam enganar-nos por desconhecer-mos a lei!

 Importante:

 Lei 24/2007: Acidentes em autoestradas: Não saber

este procedimento poderá custar-lhe algumas

centenas ou milhares de euros! Conheça bem esta

Como sabem, para quem anda nas Autoestradas,

às vezes aparecem objetos estranhos nas mesmas,

 como peças largadas  por outros veículos, objetos de

cargas que se soltam e até animais... coisas que não

deveriam  acontecer porque as concessionárias são

 responsáveis pela manutenção.

 Estas situações provocam acidentes e danos nos

nossos veículos, contudo se isto vos acontecer

 (espero que não) exijam a presença da GNR.

Ponto 2 do artigo 12 da lei 24/2007:

Para efeitos do disposto no número anterior, a

confirmação  das causas do acidente é obrigatoriamente

 verificada no local por autoridade policial competente,

sem prejuízo do rápido restabelecimento das condições

de circulação.deve-se comunicar rápido para

A BRIGADA DE TRÂNSITO-CENTRAL: 213 922 300.

Os indivíduos das autoestradas vão dizer que não é 

preciso, porque eles tratam de tudo.

No entanto, e conforme a Lei 24/2007, a qual define os

 direitos dos utentes nas vias rodoviárias classificadas como

Autoestradas Concessionadas... (tendo em atenção o Art.o

 o 12o no 1 e 2), só podemos reclamar o pagamento dos

danos, à concessionária, se houver a participação da

s autoridades!

É uma técnica que as concessionárias estão a utilizar para se

livrarem de pagar os danos causados nos veículos. Por

isso, se tiverem algum percalço por culpa da concessionária,

EXIJAM A PRESENÇA DA AUTORIDADE, não se

deixem ir na conversa dos senhores da assistência os quais

 foram instruídos para dizer “agora somos nós que

tratamos disso e não é preciso a autoridade”. Isto é pura

 mentira! Se não chamarem as autoridades, eles não são

obrigados a pagar os danos e este é o objetivo deles!

Todos os condutores devem ter conhecimento

destes factos e deste artigo, pois já nos chega pagar valores

das absurdos multas.

 

O Vice-Almirante Gouveia de Melo


O que fica para a história sobre a liderança de Gouveia e Melo

 Na hora de despedida, peritos nacionais em liderança das

 organizações mostram-se "impressionados" com o estilo do

vice-almirante e lembram que a liderança não depende só de

uma pessoa, nem de ter o "herói certo”. Sete meses depois de

ter assumido a coordenação da task force da vacinação contra

a covid-19 o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo prepara-se

 para entregar a chave de uma das maiores operações de

emergência de sempre - vacinar massivamente a população

portuguesa em tempo recorde.

Complexas foram a resposta mais eficaz à desconfiança que

persistiu demasiado tempo, quando os portugueses assistiam

a um arranque de um processo de vacinação confuso e onde

começavam a alastrar abusos e favorecimentos.

Missão cumprida, Gouveia e Melo vai deixar para memória

 futura as "lições aprendidas" e entregar ao ministério da Saúde

um  guião de todos os passos que foram dados, a organização,

as prioridades e as suas próprias impressões. Segundo indicou

 ao DN fonte oficial da task force é ainda intenção desta

 equipa colocar um texto na Wikipédia, quando a missão

terminar. Mas este indiscutível sucesso - mensurável, por

 exemplo, pelo facto de se ter vacinado 70% da população

 antes da data prevista e de colocar Portugal no topo dos

países com mais pessoas vacinadas (a previsão da task force

 estima que entre a 3ª e a 4ª semana de setembro se atinja

 os 85% da população totalmente vacinada) - deveu-se

apenas a uma só pessoa? O "guião" que pretende deixar

um exemplo, que serve para outros organismos públicos? Este

estilo de liderança é replicável? Qual o segredo do sucesso

desta liderança? E o que aprendeu o próprio vice-almirante,

um militar de carreira que nunca tinha liderado uma operação

 civil? Campo magnético  ao telefone do carro, no regresso de

uma visita ao centro de vacinação da Guarda, na passada

quarta-feira, Gouveia e Melo responde desde já à última

 interrogação: "Aprendi a trabalhar num sistema menos

hierarquizado, em que o processo de negociação é a essência,

o que, em geral, não acontece nos militares. Aprendi a negociar

 até à exaustão porque essa negociação é a cola de toda a

operação. Negociei e discuti ideias até haver quase consenso

de grupo. A partir daí, as coisas funcionam como um campo

magnético e todas as partículas vão nessa direção. Usava muito

 essa expressão de campo magnético - que orienta as partículas

do sistema na mesma direção e nem é preciso dar ordens.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

 

Este é o livro mais antigo da

 Língua. Sacramental Portuguesa

e tem 530 anos

É o livro impresso mais antigo escrito em

portuguêse foi produzido em Chaves, no

Norte de Portugal.

Uma verdadeira jóia da Língua Portuguesa

Ao contrário do que muitos possam pensar, o primeiro

livro impresso em Portugal na língua portuguesa não foi

 produzido em grandes cidades como Lisboa, Porto, Braga

ou Coimbra. O livro impresso mais antigo em português foi

produzido em Chaves, uma pequena cidade no norte de

Portugal. Para quem desconhece a história desta pequena

 cidade, será difícil perceber as razões pelas quais terá sido

 aqui que o primeiro livro português foi impresso.

Mas Chaves?

 o Caminho de Santiago. Chaves possuía, também, uma

 escola de cirurgia (uma das primeiras de Portugal), o que

 atesta a dimensão e a importância desta pequena cidade

 transmontana de Chaves

A impressora inventada por Gutemberg (veja no capítulo

anterior) trouxe o surgimento da técnica conhecida como

“tipografia”. O primeiro livro impresso tipograficamente foi

a Bíblia, em latim. A confiabilidade no texto e a capacidade

 do livro atender à demanda de um público cada vez maior

 tornou-se dependente da tipografia. Em Portugal, a

novidade chegou no início do reinado de D. João II, que

 governo o país de 1481 até sua morte em 1495.

O primeiro livro impresso em Portugal foi o Pentateuco

(os cinco primeiros livros do Velho Testamento, da Bíblia),

 na cidade de Faro, mas com caracteres hebraicos.

 Não se sabe com exatidão qual foi o primeiro livro

realmente publicado em língua portuguesa, mas muitos

 estudiosos consideram que tal livro tenha sido

“O Sacramental”, de Clemente Sánchez de Vercial.

Ponte de Trajano (Chaves) – Fernando Ribeiro

O que se tem como informações concretas sobre

“O Sacramental” é que sua primeira edição foi

Impressa em 1488 na cidade de Chaves, mas o

autor não era português.

Ele era um padre de León, uma província da Espanha.

 O livro Sacramental foi escrito por Clemente Sánchez

de Vercial. um clérigo leonês que viveu entre

 o século XIV e o XV e que escreveu várias obras

 religiosas e moralizantes. A primeira impressão

portuguesa terá ocorrido em Chaves em 1488. O seu

 Sacramental foi um dos livros mais lidos durante o

 século XV, tendo sido proibido pela Inquisição no

século XVI e consequentemente queimado. Teve

várias edições impressas em língua castelhana e

portuguesa. Descubra o livro mais antigo da língu

 portuguesa.

Chaves O Sacramental de Clemente Sánchez de Vercial,

obra pastoral redigida entre 1421 e 1425 em língua

 castelhana, depois dos livros destinados ao ofício

religioso, foi o livro mais impresso na Península

Ibérica, desde a introdução da imprensa até meados

do século XVI. A primeira impressão portuguesa terá

ocorrido em Chaves em 1488, mas não existem provas

concretas que suportem esta tese. O incunábulo do

 Sacramental impresso em Chaves é considerado por

 alguns «o primeiro livro em língua portuguesa

impresso em Portugal».

SacramentalSegundo Vindel, teria sido o primeiro

livro impresso em Espanha; cerca de 1470 em Sevilha.

 Foi traduzido para o catalão – Lo sagramental –

em Lérida, 1495. Conhecem-se treze edições em

castelhano, uma em catalão e quatro em português.

Das edições em português, duas foram impressas no

 século XV (Chaves, 1488 (?); e Braga (?), ca.

1494-1500 e duas no século XVI (Lisboa, 1502; e

Braga, 1539).Sacramental.

O Sacramental é um depositário da forma como

deve viver o homem medieval, tratando a alimentação,

 as relações familiares, as relações sociais, a relação

com Deus, o trabalho, o descanso, a saúde, a doença

e a sexualidade, o que faz dele um documento

 indispensável para o estudo da sociedade medieval

 portuguesa. Assim começa o livro:

E por quanto por nossos pecados no tempo de

 agora muitos sacerdotes que hão curas de almas

não somente são ignorantes para instruir e ensina

 a fé e crença e as outras cousas que pertencem

 à nossa salvação, mas ainda não sabem o que

todo bom cristão deve saber nem são instruídos

nem ensinados em a fé cristã segundo deviam, e

o que é mais perigoso e danoso, alguns não sabem

nem entendem as Escrituras que cada dia hão-de ler

 e trautar.

E porende, eu Clemente Sánchez de Vercial, bacharel

em leis, arcediago de Valdeiras em a igreja de León,

 ainda que pecador e indigno, propus de trabalhar

de fazer uma breve compilação das cousas que

 necessárias são aos sacerdotes que hão curas de

almas, confiando da misericórdia de Deus.»